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Prefeitura de São Paulo é acusada de censura em show por manifestação pró-Palestina

Banda é censurada em show após projetar bandeiras da Palestina, gerando debate sobre liberdade de expressão em eventos culturais.

Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo em show no Lolapalooza (Foto: Maria Isabel Oliveira)
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  • A banda Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo foi censurada durante um show na Praça do Patriarca, em São Paulo, na tarde de sexta-feira, 11 de agosto.
  • A apresentação fazia parte da Semana do Rock promovida pela Prefeitura e foi interrompida após a projeção de bandeiras da Palestina.
  • A banda informou que a projeção foi cortada imediatamente, resultando na execução de apenas duas das sete músicas restantes.
  • Em nota nas redes sociais, a banda expressou indignação, afirmando que se manifestar a favor da Palestina não é crime e criticou a censura como inadmissível em uma democracia.
  • A Prefeitura de São Paulo e a Secretaria Municipal de Cultura foram contatadas, mas não se pronunciaram sobre o ocorrido.

A banda Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo foi censurada durante um show na Praça do Patriarca, em São Paulo, na tarde de sexta-feira (11). A apresentação, parte da Semana do Rock promovida pela Prefeitura, foi interrompida após a projeção de bandeiras da Palestina.

De acordo com a banda, a projeção foi cortada imediatamente após a exibição das imagens, seguida pela interrupção do som. Com isso, dos sete números restantes, apenas duas músicas puderam ser tocadas antes que o grupo deixasse o palco. Em uma nota divulgada nas redes sociais, a banda expressou sua indignação, afirmando que seu show é “político desde sempre” e que “se manifestar publicamente a favor da Palestina não é crime em nosso país”.

A nota também critica a censura, destacando que o que ocorreu é “inadmissível para uma democracia”. A banda enfatizou que, até o momento da interrupção, não havia qualquer menção à Prefeitura durante a apresentação. O episódio gerou repercussão nas redes sociais, com muitos apoiadores manifestando solidariedade ao grupo.

A Prefeitura de São Paulo e a Secretaria Municipal de Cultura foram contatadas para comentar o ocorrido, mas ainda não se pronunciaram sobre a situação. A censura levanta questões sobre a liberdade de expressão em eventos culturais e o papel das autoridades na promoção de um ambiente democrático.

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