- Em janeiro de 2023, uma mãe e sua filha solicitaram um carro da Uber e foram vítimas de assédio sexual pelo motorista, que se masturbou durante a corrida.
- As vítimas registraram ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana.
- Elas processaram a Uber, pedindo uma indenização de R$ 56 mil por danos morais.
- A Uber alegou que não tem responsabilidade pelos atos do motorista, que foi banido da plataforma, e que a segurança pública é responsabilidade do Estado.
- A sentença sobre a indenização será lida em 13 de agosto.
Em janeiro de 2023, uma mãe de 64 anos e sua filha de 31 anos solicitaram um carro da Uber para se deslocar do Leblon a Copacabana. Durante a corrida, o motorista foi acusado de assédio sexual, ao ser flagrado se masturbando enquanto dirigia. As vítimas, em estado de choque, saíram do veículo aos gritos, enquanto o motorista fugiu.
Após o incidente, ambas registraram uma ocorrência na 12ª DP de Copacabana. O caso resultou em uma ação judicial contra a Uber, onde as vítimas buscam uma indenização de R$ 56 mil por danos morais. Durante o processo, a Uber alegou que não possui responsabilidade pelos atos de seus motoristas, afirmando que atua apenas como uma “intermediadora tecnológica”. A empresa também argumentou que não há vínculo empregatício com os motoristas cadastrados.
A Uber ainda contestou a veracidade das alegações, afirmando que não existem provas suficientes do ocorrido e que a segurança pública é uma responsabilidade do Estado. Em audiência realizada recentemente, não houve acordo entre as partes. A sentença sobre a indenização será lida em 13 de agosto. O motorista envolvido no caso foi banido da plataforma após o incidente.
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