- O Brasil quitou R$ 1,3 bilhão em obrigações com 62 organizações internacionais em 2023.
- Os pagamentos incluem contribuições à Organização das Nações Unidas (ONU) e a instituições ambientais.
- O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou que o país está em dia com suas contribuições.
- Além da ONU, o Brasil também pagou à Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Tribunal Penal Internacional (TPI).
- O governo brasileiro reafirma seu compromisso com a cooperação global, especialmente em questões ambientais, com pagamentos a convenções internacionais.
Desde o início de 2023, o Brasil quitou R$ 1,3 bilhão em obrigações com 62 organizações internacionais, conforme anunciou o Ministério do Planejamento e Orçamento. O país está em dia com suas contribuições, destacando-se os pagamentos à Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo o Orçamento regular e o Mecanismo Residual para Tribunais Criminais.
Os pagamentos realizados pelo Brasil reforçam seu compromisso com o multilateralismo e a cooperação internacional em diversas áreas, como saúde, comércio e meio ambiente. O ministério ressaltou que, em 2024, o Brasil permanecerá adimplente com as Nações Unidas, e em 2025, continuará a honrar suas obrigações.
Compromissos com Organismos Internacionais
Além da ONU, o Brasil também quitou contribuições para a Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Mundial do Comércio (OMC) e o Tribunal Penal Internacional (TPI). No âmbito regional, foram pagos valores à Organização dos Estados Americanos (OEA) e à Secretaria do Mercosul, entre outros.
Na esfera financeira, o Brasil integralizou a cota da Corporação Financeira Internacional (IFC), vinculada ao Banco Mundial, o que fortalece sua participação nas decisões da instituição. O país também iniciou o pagamento de cotas do Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF).
Compromissos Ambientais
Em 2023, ano em que o Brasil sedia a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), o governo honrou compromissos com organismos ambientais. Os pagamentos incluíram contribuições à Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS) e à Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), entre outros. Essas ações refletem a intenção do Brasil de se posicionar como um líder em questões ambientais no cenário global.
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