- O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a dispensa de seu depoimento em uma ação penal.
- Ele alegou desconhecimento dos fatos relacionados ao caso, que envolve uma suposta trama golpista.
- Múcio foi convocado devido à sua ligação com o tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, um dos réus do processo.
- Oliveira é acusado de planejar ações criminosas, incluindo o monitoramento do ministro do STF Alexandre de Moraes.
- As audiências das testemunhas do núcleo três, do qual Oliveira faz parte, estão agendadas para a próxima semana.
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a dispensa de seu depoimento como testemunha de defesa em uma ação penal relacionada a uma suposta trama golpista. O pedido foi protocolado em função do seu desconhecimento dos fatos que envolvem o caso, que está agendado para a próxima semana.
Múcio foi convocado a depor em função de sua ligação com o tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, um dos réus do processo. Oliveira é acusado de planejar ações criminosas, incluindo o monitoramento do ministro do STF Alexandre de Moraes. Na petição, Múcio afirmou que não tem conhecimento sobre os eventos em questão e solicitou que sua oitiva não ocorra.
Contexto do Caso
O tenente-coronel Oliveira faz parte do chamado “núcleo três” da suposta organização criminosa, que inclui nove militares e um policial federal. Ele é suspeito de ter participado de um plano denominado “Copa 2022”, que visava o monitoramento de Moraes para um possível sequestro. As audiências das testemunhas do núcleo três estão programadas para a próxima semana, enquanto os depoimentos do núcleo dois, que gerencia as ações da organização, começam na terça-feira.
O andamento do processo é crucial para esclarecer os detalhes da trama golpista, que levanta preocupações sobre a segurança das autoridades brasileiras. Além de Múcio, outros ex-ministros do governo Bolsonaro também foram convocados para depor, o que pode trazer novas informações à tona.
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