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Líder do PL pede retorno de Eduardo Bolsonaro para evitar perda de mandato

Eduardo Bolsonaro pode abrir mão do mandato se não retornar ao Brasil até o dia 20, temendo prisão devido a inquérito no STF.

Deputado federal Sóstenes Cavancante (União-RJ). (Foto: Divulgação/União Brasil)
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  • Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado, vive nos Estados Unidos e enfrenta um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por obstrução de investigações e coação.
  • Ele afirmou que abrirá mão do mandato se não retornar ao Brasil até o dia 20.
  • O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, defendeu o retorno de Eduardo e alertou sobre a possibilidade de prisão.
  • Eduardo expressou preocupação com a possibilidade de ser preso ao voltar, afirmando que “ninguém duvida” disso.
  • Ele e o senador Flávio Bolsonaro pediram anistia ao pai, que é réu no STF em uma ação penal relacionada ao golpe.

Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado, enfrenta um dilema ao considerar seu retorno ao Brasil. Ele está vivendo nos Estados Unidos e é alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por supostos crimes de obstrução de investigações e coação. O prazo para seu retorno se aproxima, e ele afirmou que abrirá mão do mandato se não voltar até o dia 20.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, manifestou apoio ao retorno de Eduardo, alertando sobre a possibilidade de prisão. Em entrevista, Eduardo expressou sua preocupação, afirmando que seria preso se decidisse voltar ao Brasil. “Acho que ninguém duvida que eu seria preso se eu retornar para o Brasil”, disse o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Sóstenes concordou com a avaliação de Eduardo, destacando a falta de segurança jurídica no país. “No Brasil de hoje, a gente não tem segurança jurídica, nem sequer um parlamentar”, afirmou. A situação de Eduardo é complexa, pois ele é investigado por uma campanha de intimidação contra membros do STF e da Polícia Federal, conforme apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Recentemente, Eduardo também se manifestou sobre a política externa, utilizando a sobretaxa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um exemplo de perseguição judicial a Bolsonaro no Brasil. Ele e o senador Flávio Bolsonaro pediram anistia ao pai, que é réu no STF em uma ação penal relacionada ao golpe.

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