- O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, criticou a Polícia Civil pela lentidão nas investigações sobre os ataques a ônibus.
- Desde junho, 421 ônibus foram vandalizados, com 47 ocorrências em um único dia.
- Nunes afirmou que a resposta da polícia não tem sido adequada e que a situação é alarmante.
- A Polícia Civil descartou o envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos crimes.
- A delegacia de crimes cibernéticos está acompanhando o caso, e os envolvidos podem ser acusados de tentativa de homicídio.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, criticou a Polícia Civil pela lentidão nas investigações sobre os ataques a ônibus na capital. Desde o início de junho, 421 veículos foram vandalizados, com 47 ocorrências registradas em um único dia. A crítica surge em um momento de crescente preocupação com a segurança do transporte público.
Nunes destacou que a situação é alarmante e que a resposta da polícia não tem sido adequada. “Quando é para elogiar, elogiamos, mas quando é para criticar, também devemos fazê-lo”, afirmou. O prefeito fez a declaração após o segundo maior número de vandalismos em um dia, apenas atrás de um pico registrado em julho, quando 59 ônibus foram atacados.
A Polícia Civil, por sua vez, já afastou a possibilidade de envolvimento do PCC (Primeiro Comando da Capital) nos crimes. Nunes sugeriu que os ataques podem estar relacionados a conflitos na internet ou disputas entre empresas, uma vez que os vandalismos também ocorrem na região metropolitana. Ele expressou confiança de que a polícia chegará a uma conclusão sobre os responsáveis.
Além disso, a delegacia de crimes cibernéticos está acompanhando o caso, e a polícia indicou que os envolvidos podem ser acusados de tentativa de homicídio. A situação continua a ser monitorada, enquanto a população aguarda respostas efetivas das autoridades.
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