- Os ex-comandantes Carlos de Almeida Baptista Junior e Marco Antônio Freire Gomes serão ouvidos novamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 15, como testemunhas de defesa do ex-major Ailton Barros.
- Barros é réu em um núcleo da suposta organização criminosa relacionada a uma trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Baptista Junior e Freire Gomes já haviam sido ouvidos como testemunhas de acusação em uma ação penal anterior, onde confirmaram reuniões com Bolsonaro sobre estratégias para contestar o resultado das eleições.
- A audiência contará também com a presença de Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), como testemunha de defesa.
- Baptista Junior e Freire Gomes devem ser ouvidos novamente na quarta-feira, indicados pela defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins, que é réu em outro núcleo da mesma investigação.
Os ex-comandantes Carlos de Almeida Baptista Junior e Marco Antônio Freire Gomes serão ouvidos novamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 15, mas agora como testemunhas de defesa do ex-major Ailton Barros. Barros é réu em um dos núcleos da suposta organização criminosa relacionada a uma trama golpista que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Baptista Junior e Freire Gomes já haviam sido ouvidos como testemunhas de acusação em uma ação penal anterior, onde confirmaram sua participação em reuniões com Bolsonaro, nas quais foram discutidas estratégias para contestar o resultado das eleições presidenciais. A audiência de hoje também contará com a presença de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, que atuará como testemunha de defesa.
O ex-major Ailton Barros é acusado de incitar ataques contra os ex-comandantes por não terem apoiado o plano de ruptura. Os dois ex-comandantes foram indicados pela defesa de Barros, que é parte do núcleo quatro da organização criminosa, suspeita de disseminar desinformação durante o processo eleitoral.
Além disso, Baptista Junior e Freire Gomes devem ser ouvidos novamente na quarta-feira, indicados pela defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins, que é réu em outro núcleo da mesma investigação. Valdemar Costa Neto, que já foi indiciado pela Polícia Federal na apuração da tentativa de golpe, não foi incluído na denúncia da Procuradoria-Geral da República, recebida pelo STF em fevereiro.
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