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Flamengo fecha acordo com MP após injúria do presidente do Conselho contra ex-VP

Ricardo Lomba evita julgamento por injúria contra Rodrigo Dunshee e concorda em realizar serviços comunitários e doações.

Rodrigo Dunshee e Ricardo Lomba (Foto: Paula Reis/CR Flamengo e Divulgação/Flamengo)
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  • Ricardo Lomba, presidente do Conselho Deliberativo do Flamengo, aceitou uma proposta de transação penal do Ministério Público por injúria contra Rodrigo Dunshee, ex-vice-presidente do clube.
  • A disputa entre eles ocorreu durante as últimas eleições, com ofensas trocadas em uma conversa no WhatsApp.
  • Dunshee alegou que Lomba o chamou de “moleque” e “idiota” e pediu R$ 10 mil por danos morais.
  • O Ministério Público identificou indícios de injúria, cuja pena varia de um a seis meses de detenção ou multa.
  • Como parte do acordo, Lomba realizará serviços comunitários e doações a uma associação beneficente.

O presidente do Conselho Deliberativo do Flamengo, Ricardo Lomba, aceitou uma proposta de transação penal do Ministério Público por injúria contra Rodrigo Dunshee, ex-vice-presidente do clube. A decisão foi tomada após uma disputa acirrada nas últimas eleições, marcada por ofensas mútuas entre os dois.

Dunshee havia apresentado uma queixa-crime contra Lomba, alegando ofensas proferidas em uma conversa no WhatsApp. Durante o diálogo, Lomba chamou Dunshee de “moleque” e “idiota”, enquanto Dunshee rebatia as críticas ao afirmar que Lomba não estava preparado para um cargo de exposição pública. O ex-vice-presidente pleiteava R$ 10 mil por danos morais.

O Ministério Público considerou que havia indícios de injúria, cuja pena varia de um a seis meses de detenção ou multa. Por se tratar de um delito de menor potencial ofensivo, a legislação permite um acordo antes da denúncia, evitando o julgamento.

Condições do Acordo

A proposta aceita por Lomba inclui a realização de serviços comunitários e doações a uma associação beneficente. O presidente do Conselho Deliberativo deverá comprar objetos e materiais no valor de um salário mínimo ou prestar serviços comunitários por dois meses na mesma instituição. Essa solução busca minimizar os impactos da disputa e promover uma reparação social.

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