- Luan Schiavoto Gomes Gabriel foi condenado a 26 anos e 8 meses de prisão por latrocínio, relacionado ao assassinato do agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), José Domingos da Silva, em março de 2023.
- O crime ocorreu na Vila Sônia, em São Paulo, durante um roubo de aliança.
- O julgamento foi realizado por videoconferência e o réu negou sua participação, questionando a validade das provas.
- O juiz Carlos Alberto Corrêa de Almeida Oliveira determinou o desmembramento dos processos, com prazo de 15 dias para manifestação.
- José Domingos da Silva foi baleado enquanto aplicava uma multa em um caminhão, e outro assalto ocorreu nas proximidades minutos antes.
A 25ª Vara Criminal de São Paulo condenou Luan Schiavoto Gomes Gabriel a 26 anos e 8 meses de prisão por latrocínio, relacionado ao assassinato do agente da CET, José Domingos da Silva, em março de 2023. O crime ocorreu na Vila Sônia, zona oeste da capital, durante um roubo de aliança.
O julgamento, realizado por videoconferência na última segunda-feira (14), contou com a presença do réu, que se manteve algemado. Durante a audiência, Luan negou sua participação nos crimes e sua defesa questionou a validade das provas apresentadas. O juiz Carlos Alberto Corrêa de Almeida Oliveira determinou que os processos relacionados ao caso sejam desmembrados, dando um prazo de 15 dias para manifestação.
José Domingos da Silva foi baleado enquanto aplicava uma multa em um caminhão, por volta das 8h45. Minutos antes, outra vítima havia sido assaltada nas proximidades. As semelhanças entre os dois casos foram destacadas na sentença, que menciona ameaças semelhantes feitas pelo réu em ambos os crimes.
O advogado de Luan argumentou que a denúncia do Ministério Público carece de evidências sólidas e que o reconhecimento visual do réu foi influenciado por fatores externos. Ele também ressaltou que nenhuma arma foi apreendida e que a moto utilizada no crime não foi encontrada. A defesa não foi localizada para comentar sobre a possibilidade de recurso.
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