- Marc Andreessen, bilionário e investidor em tecnologia, criticou as políticas de diversidade de universidades como Stanford e MIT, afirmando que elas “pagarão o preço” por suas ações.
- Ele argumentou que essas iniciativas prejudicam americanos nativos e promovem discriminação, em mensagens enviadas a aliados de Donald Trump.
- Andreessen descreveu as universidades como “operações de lobby político” e sugeriu um “contra-ataque” contra elas, incluindo a proposta de uma “pena de morte burocrática” para a National Science Foundation.
- O investidor também mencionou que sua esposa foi “forçada a sair” de um centro de filantropia em Stanford, o que, segundo ele, resultará em uma perda de R$ 25 bilhões em doações futuras.
- As declarações de Andreessen geraram reações intensas, mas ele não sugeriu ações diretas contra as universidades. A porta-voz de Stanford se recusou a comentar.
O bilionário e investidor em tecnologia Marc Andreessen gerou polêmica ao afirmar que universidades como Stanford e MIT “pagarão o preço” por suas políticas de diversidade. Em mensagens enviadas a um grupo de aliados de Donald Trump, Andreessen argumentou que essas iniciativas prejudicam americanos nativos e promovem discriminação.
As declarações foram reveladas pelo jornal The Washington Post, que analisou capturas de tela de um chat em grupo onde Andreessen criticou as instituições acadêmicas. Ele descreveu Stanford e o MIT como “operações de lobby político” que, segundo ele, estão em desacordo com a inovação americana. O investidor também mencionou um “contra-ataque” contra as universidades, sugerindo que a National Science Foundation deveria ser submetida a uma “pena de morte burocrática”.
Andreessen, cofundador da Andreessen Horowitz, destacou que as universidades estão no “ponto zero do contra-ataque” dos eleitores de Trump. Ele alegou que as políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) favorecem imigrantes em detrimento dos americanos nativos, criando um ambiente hostil para a base eleitoral do ex-presidente.
Críticas e Controvérsias
O investidor também fez uma queixa pessoal, afirmando que sua esposa foi “forçada a sair” de um centro de filantropia em Stanford, o que, segundo ele, resultará em uma perda de US$ 5 bilhões em doações futuras. Andreessen expressou que sua insatisfação reflete um descontentamento crescente entre os americanos que se sentem marginalizados pelas políticas atuais.
Embora suas mensagens tenham gerado reações intensas, Andreessen não sugeriu ações diretas contra as universidades. O governo Trump já havia direcionado críticas a instituições como Harvard e a Universidade da Virgínia por suas políticas de DEI e outras questões. A porta-voz de Stanford, Dee Mostofi, se recusou a comentar sobre as declarações de Andreessen.
A trajetória de Andreessen, que começou no Vale do Silício na década de 1990, reflete um crescente descontentamento com as instituições acadêmicas e políticas, evidenciando uma divisão na sociedade americana. Ele, que já apoiou candidatos democratas, agora se alinha abertamente com Trump, influenciando decisões políticas e econômicas no setor de tecnologia.
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