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EUA expressam preocupação com o Pix e o comércio da 25 de Março, diz Costa

Ministro Rui Costa defende autonomia comercial do Brasil e critica tarifas dos EUA sobre importações, destacando a necessidade de diálogo.

Ministro da Casa Civil, Rui Costa, discursa na cerimônia de regulamentação do programa BR do Mar (Foto: Wagner Lopes/Casa Civil/Divulgação)
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  • O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou a interferência dos Estados Unidos nas questões comerciais do Brasil.
  • A declaração ocorreu durante a regulamentação do programa de cabotagem BR do Mar.
  • Costa considerou “inacreditável” que os EUA se preocupem com o comércio popular na Rua 25 de Março, em São Paulo.
  • A crítica foi uma resposta à investigação comercial dos EUA e à tarifa de 50% sobre importações brasileiras, que entra em vigor em 1º de agosto.
  • O ministro defendeu a autonomia do Brasil nas decisões comerciais e enfatizou a importância do diálogo e da união entre os brasileiros.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou a intromissão dos Estados Unidos nas questões comerciais brasileiras, especialmente em relação à pirataria e ao sistema de pagamentos Pix. Durante uma cerimônia em que regulamentou o programa de cabotagem BR do Mar, Costa classificou como “inacreditável” que uma potência como os EUA se preocupe com o comércio popular na Rua 25 de Março, em São Paulo.

A declaração de Costa surge em resposta à investigação comercial aberta pelo governo de Donald Trump, que anunciou uma tarifa de 50% sobre as importações brasileiras a partir de 1º de agosto. O ministro destacou que essa ação reflete uma tentativa dos EUA de impor um diferencial competitivo, em um momento em que o país enfrenta desafios em sua capacidade competitiva global.

Trump também criticou decisões da Justiça brasileira relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a empresas de mídia dos EUA. Para Rui Costa, o Brasil deve responder a essas ações com serenidade e firmeza, defendendo a autonomia nas definições comerciais e financeiras. Ele enfatizou que nenhum líder mundial deve interferir nas atividades econômicas do Brasil, reafirmando a necessidade de diálogo e união entre os brasileiros.

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