- A comunidade brasileira em Newark, EUA, enfrenta um clima de medo devido ao aumento das deportações e detenções de imigrantes.
- Uma empresária local relatou o desaparecimento de membros da comunidade, incluindo o marido de uma funcionária, preso em uma armadilha de imigração.
- Ele foi detido após receber uma mensagem de uma ONG sobre cidadania e, ao chegar ao local, encontrou agentes de imigração.
- A empresária afirmou que muitos estão apavorados, com pessoas sendo detidas apenas por se parecerem com o que o governo considera um “brasileiro”.
- Atualmente, mais de 57 mil imigrantes estão detidos nos EUA, e a maioria não possui histórico criminal.
A comunidade brasileira em Newark, EUA, enfrenta um clima de medo e incerteza devido ao aumento das deportações e detenções de imigrantes. A empresária local relatou o desaparecimento de membros da comunidade, incluindo o marido de uma funcionária, que foi preso após cair em uma armadilha de imigração. Ele recebeu uma mensagem de uma ONG para discutir cidadania, mas ao chegar ao local, encontrou agentes de imigração.
A empresária expressou a angústia da comunidade, afirmando que muitos estão apavorados. Segundo ela, pessoas estão sendo detidas apenas por se parecerem com o que o governo considera um “brasileiro”. A situação é ainda mais complexa, pois uma parte significativa da comunidade apoiou Trump, acreditando que apenas aqueles com problemas sérios na Justiça seriam afetados.
A realidade, no entanto, é bem diferente. A empresária destacou a ingenuidade de acreditar que um governo liderado por um homem com um histórico de acusações graves se preocuparia com os imigrantes. Atualmente, mais de 57 mil imigrantes estão detidos nos EUA, e 71,7% deles não possuem histórico criminal. O Congresso americano aprovou recentemente US$ 170 bilhões para reforçar a segurança contra imigrantes.
A situação revela uma estratégia de exclusão e divisão. O governo atual trata imigrantes como inimigos, enquanto a maioria da população que votou em Trump não percebeu que também se tornaria alvo. A empresária conclui que, assim como no passado, a tolerância a atos de opressão pode tornar a sociedade cúmplice de crimes contra os mais vulneráveis.
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