- Um grupo de países, incluindo Bolívia, Cuba, Colômbia e África do Sul, anunciou seis medidas contra Israel, acusando-o de genocídio na Faixa de Gaza.
- As medidas incluem um cerco econômico, proibição de fornecimento de armas e combustíveis, e bloqueio de navios militares israelenses.
- Os países exigem responsabilização de Israel por crimes sob o direito internacional e apoio ao Tribunal Penal Internacional (TPI).
- O comunicado condena a obstrução da ajuda humanitária e o deslocamento forçado de civis palestinos.
- O grupo pediu ao Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC) que investigue as necessidades de saúde e nutrição da população de Gaza.
Um grupo de países anunciou, nesta quarta-feira, 16, um conjunto de seis medidas sem precedentes contra Israel, acusando-o de genocídio na Faixa de Gaza. As nações, incluindo Bolívia, Cuba, Colômbia e África do Sul, comprometeram-se a implementar um amplo cerco econômico ao país.
As medidas incluem a proibição do fornecimento de armas e combustíveis a Israel, o bloqueio de navios militares israelenses e a revisão de contratos públicos. Além disso, os países exigem a responsabilização de Israel por crimes graves sob o direito internacional e o apoio a mandatos do Tribunal Penal Internacional (TPI).
Em um comunicado, os signatários lamentaram as vidas perdidas e condenaram a obstrução da ajuda humanitária e a violência indiscriminada contra a população da Faixa de Gaza. O grupo também destacou o deslocamento forçado de civis palestinos e o impacto negativo das ações israelenses na paz e segurança regionais.
Os países pediram ao Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC) que inicie uma investigação sobre as necessidades de saúde e nutrição da população de Gaza, propondo um plano para atender a essas demandas. O comunicado enfatizou que não permanecerão como “observadores passivos” diante da devastação nos Territórios Palestinos Ocupados.
Recentemente, o TPI emitiu mandados de prisão para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e outros líderes, alegando responsabilidade criminal por crimes de guerra. A corte rejeitou um pedido de Israel para revogar esses mandados, aumentando a pressão internacional sobre o governo israelense.
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