- Raul Gazolla, ator e narrador da série documental “Caso Henry Borel – a marca da maldade”, defende a pena de morte para crimes hediondos.
- Ele expressou sua opinião em entrevista ao programa da coluna GENTE, que aborda crimes e suas repercussões.
- Gazolla, que perdeu a namorada Daniella Perez em 1992, acredita que assassinos cruéis não devem conviver em sociedade.
- O ator argumenta que a falta de pena de morte ou prisão perpétua no Brasil é um erro, pois criminosos violentos tendem a reincidir.
- A série, disponível na plataforma VEJA+ e em outras mídias, busca discutir a gravidade dos crimes e suas consequências.
Raul Gazolla, ator e narrador da série documental Caso Henry Borel – a marca da maldade, expressou sua posição sobre a pena de morte em entrevista ao programa da coluna GENTE. A série, que estreou na plataforma VEJA+ no dia 14 de agosto, aborda crimes hediondos e suas repercussões.
Gazolla, que viveu uma tragédia pessoal ao perder sua namorada, Daniella Perez, assassinada em 1992, defende que assassinos cruéis não devem conviver em sociedade. Ele argumenta que a falta de pena de morte ou prisão perpétua no Brasil é um erro, pois acredita que criminosos violentos têm um comportamento intrínseco que os leva a reincidir.
Em suas declarações, Gazolla afirma que não possui a capacidade de perdoar e que não se sente como Deus para absolver os assassinos. Para ele, é inaceitável que pessoas que cometeram crimes tão brutais possam estar livres, frequentando os mesmos lugares que cidadãos comuns. O ator destaca que a sociedade não conhece a identidade desses criminosos, o que representa um risco.
A série documental, que Gazolla narra, busca trazer à tona a gravidade dos crimes e suas consequências, refletindo sobre a necessidade de uma discussão mais profunda sobre a justiça no Brasil. O programa da coluna GENTE vai ao ar toda segunda-feira e está disponível em várias plataformas, incluindo YouTube e Spotify.
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