- O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu anistia ampla para os condenados pelos atos de 8 de janeiro.
- Ele criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes, afirmando que ambos estão fora de controle.
- Eduardo está nos Estados Unidos e se reuniu com membros do governo americano para discutir sanções contra Moraes.
- Ele defende uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros nos EUA como forma de pressionar por perdão aos envolvidos na tentativa de golpe.
- Jair Bolsonaro, pai de Eduardo, enfrenta processos judiciais que podem resultar em até 43 anos de prisão.
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reiterou, nesta quinta-feira, 17, seu pedido por anistia “ampla geral e irrestrita” para os condenados pelos atos de 8 de janeiro. Em postagens em seu perfil no X, ele criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes, afirmando que ambos estão “sem controle” e que sua atuação visa “brecar o ditador juiz da Suprema Corte”.
Eduardo, que se encontra nos Estados Unidos, revelou que tem se reunido com membros do governo americano para discutir sanções contra Moraes. Ele alega que o ex-presidente Donald Trump está envolvido em um projeto para “frear a lawfare” e resgatar a democracia no Brasil. O deputado defende a imposição de uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros nos EUA como forma de pressionar por perdão aos envolvidos na tentativa de golpe, incluindo seu pai, Jair Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, inelegível até 2030 por abuso de poder político e em julgamento por tentativa de golpe, pode enfrentar até 43 anos de prisão, conforme as alegações finais da Procuradoria-Geral da República (PGR). Eduardo considera que os processos contra seu pai são uma estratégia dos progressistas para impedir que opositores políticos ascendam ao poder.
Em suas declarações, Eduardo acusou Moraes de perseguição e afirmou que a única maneira de restaurar a “normalidade democrática” no Brasil é através de sanções dos EUA. Ele também compartilhou uma foto de uma reunião com Jason Miller, ex-conselheiro de Trump, que já havia classificado Moraes como uma “ameaça à democracia”.
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