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Justiça rejeita recurso do Master sobre denúncia da compra do banco pelo BRB

Tribunal mantém liberdade de expressão ao rejeitar recurso do Banco Master contra críticas de Ricardo Cappelli sobre a compra da instituição.

Ricardo Cappelli (Foto: CARL DE SOUZA / AFP)
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  • O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) rejeitou por unanimidade o recurso do Banco Master contra Ricardo Cappelli, ex-interventor e pré-candidato ao governo do Distrito Federal.
  • A decisão ocorreu nesta quinta-feira e foi baseada nas denúncias de irregularidades na aquisição do banco pelo Banco de Brasília (BRB).
  • Os magistrados consideraram improcedentes as acusações de calúnia, injúria e difamação feitas pelo Banco Master contra Cappelli.
  • O ex-interventor criticou a compra do Banco Master, afirmando que a operação, avaliada em R$ 2 bilhões, visa salvar a instituição com recursos públicos.
  • A decisão do TJDFT reforça a liberdade de expressão em questões de interesse público, permitindo o debate sobre práticas financeiras questionáveis.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) decidiu, por unanimidade, rejeitar um recurso do Banco Master contra Ricardo Cappelli, ex-interventor e pré-candidato ao governo do DF. A decisão ocorreu nesta quinta-feira e foi baseada nas denúncias de irregularidades na aquisição do banco pelo BRB.

Os magistrados, em votação de três a zero, consideraram improcedentes as alegações do Banco Master, que acusava Cappelli de calúnia, injúria e difamação. O banco já havia perdido em primeira instância e recorreu, alegando que o ex-interventor estaria prejudicando sua imagem de forma intencional.

Cappelli, que frequentemente critica a compra do Banco Master, afirmou que a operação, avaliada em R$ 2 bilhões, visa salvar a instituição com recursos públicos. Ele denunciou que o banco, sob a gestão de Daniel Vorcaro, utilizou um esquema de pirâmide para atrair investimentos e atualmente enfrenta sérias dificuldades financeiras. O ex-interventor também declarou que o caso se tornará um dos escândalos mais notáveis do Brasil.

A decisão do TJDFT reforça a liberdade de expressão em contextos de interesse público, permitindo que denúncias sobre práticas financeiras questionáveis sejam debatidas sem receio de retaliações legais.

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