- O senador Randolfe Rodrigues e o deputado Lindbergh Farias solicitaram ao Supremo Tribunal Federal a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro.
- O pedido foi feito em 17 de outubro e está baseado em novas evidências de obstrução de investigações sobre o golpe de estado.
- Os parlamentares mencionaram que Eduardo pressionou autoridades dos Estados Unidos a sancionarem o Brasil.
- O pedido também inclui Jair Bolsonaro e Paulo Figueiredo no inquérito, acusando-os de tentativas de interferência nas investigações.
- Eduardo Bolsonaro enfrenta investigações e pode perder seu mandato se não retornar ao Brasil até 20 de outubro.
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O pedido, feito em 17 de outubro, está relacionado a novas evidências de obstrução de investigações sobre o golpe de estado e reuniões de Eduardo com políticos americanos.
Os parlamentares citam o episódio do tarifaço, onde Eduardo teria pressionado autoridades dos Estados Unidos a sancionarem o Brasil. Além disso, o pedido inclui a inclusão de Jair Bolsonaro e Paulo Figueiredo no inquérito, alegando que ambos tentaram interferir nas investigações. A manifestação destaca que Jair Bolsonaro teria repassado informações sensíveis ao governo dos EUA, insinuando que acordos com a China teriam fins bélicos.
Eduardo Bolsonaro já enfrenta investigações no STF e, se não retornar ao Brasil até 20 de outubro, corre o risco de perder seu mandato. A Constituição prevê a perda do cargo se o deputado faltar a um terço das sessões ordinárias sem justificativa. Eduardo considera abrir mão do mandato e permanecer nos EUA, onde poderia alegar perseguição política para evitar extradição.
Os pedidos de prisão e inclusão de Jair e Figueiredo no inquérito também mencionam outros crimes, como atentado à soberania nacional e entendimento com país estrangeiro para gerar conflito. A situação de Eduardo se complica com a possibilidade de ser considerado foragido, caso não retorne ao Brasil.
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