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Petistas solicitam prisão de Eduardo ao ministro Alexandre de Moraes

Eduardo Bolsonaro pode perder o mandato se não retornar ao Brasil até 20 de outubro, enquanto enfrenta novos pedidos de prisão no STF.

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) durante evento conservador em Washington, nos EUA - 20/02/2025 (Foto: SAUL LOEB/AFP)
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  • O senador Randolfe Rodrigues e o deputado Lindbergh Farias solicitaram ao Supremo Tribunal Federal a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro.
  • O pedido foi feito em 17 de outubro e está baseado em novas evidências de obstrução de investigações sobre o golpe de estado.
  • Os parlamentares mencionaram que Eduardo pressionou autoridades dos Estados Unidos a sancionarem o Brasil.
  • O pedido também inclui Jair Bolsonaro e Paulo Figueiredo no inquérito, acusando-os de tentativas de interferência nas investigações.
  • Eduardo Bolsonaro enfrenta investigações e pode perder seu mandato se não retornar ao Brasil até 20 de outubro.

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O pedido, feito em 17 de outubro, está relacionado a novas evidências de obstrução de investigações sobre o golpe de estado e reuniões de Eduardo com políticos americanos.

Os parlamentares citam o episódio do tarifaço, onde Eduardo teria pressionado autoridades dos Estados Unidos a sancionarem o Brasil. Além disso, o pedido inclui a inclusão de Jair Bolsonaro e Paulo Figueiredo no inquérito, alegando que ambos tentaram interferir nas investigações. A manifestação destaca que Jair Bolsonaro teria repassado informações sensíveis ao governo dos EUA, insinuando que acordos com a China teriam fins bélicos.

Eduardo Bolsonaro já enfrenta investigações no STF e, se não retornar ao Brasil até 20 de outubro, corre o risco de perder seu mandato. A Constituição prevê a perda do cargo se o deputado faltar a um terço das sessões ordinárias sem justificativa. Eduardo considera abrir mão do mandato e permanecer nos EUA, onde poderia alegar perseguição política para evitar extradição.

Os pedidos de prisão e inclusão de Jair e Figueiredo no inquérito também mencionam outros crimes, como atentado à soberania nacional e entendimento com país estrangeiro para gerar conflito. A situação de Eduardo se complica com a possibilidade de ser considerado foragido, caso não retorne ao Brasil.

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