- O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Rio de Janeiro (Sintect-RJ) protocolou uma representação no Ministério Público Federal (MPF) pedindo investigação do presidente da estatal, Fabiano Silva dos Santos, por improbidade administrativa.
- A denúncia aponta práticas de aparelhamento político, com nomeações de aliados e ex-assessores para cargos estratégicos, muitos sem qualificação.
- O Sintect-RJ menciona uma reportagem que revela a abertura de um procedimento pelo MPF para apurar um cabide de empregos em uma empresa terceirizada, a GO2B, que possui contratos com os Correios.
- Além das nomeações, o sindicato destaca tentativas de perseguir lideranças sindicais que se opõem à administração atual.
- A representação solicita ao MPF a abertura de um novo procedimento administrativo para investigar as irregularidades e responsabilizar os envolvidos, visando o ressarcimento de prejuízos ao erário público.
O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Rio de Janeiro (Sintect-RJ) protocolou uma representação junto ao Ministério Público Federal (MPF) solicitando a investigação do presidente da estatal, Fabiano Silva dos Santos, por improbidade administrativa. A entidade alega que a gestão atual é caracterizada pelo aparelhamento político, com nomeações de aliados e ex-assessores parlamentares para cargos estratégicos, muitos sem a qualificação necessária.
A denúncia do Sintect-RJ menciona uma reportagem do Radar que revela a abertura de um procedimento pelo MPF para apurar a existência de um cabide de empregos em uma empresa terceirizada, a GO2B, que teria contratos com os Correios. A distribuidora afirma ter sido vítima de um “calote escandaloso” e denuncia que a gestão favorece empresas com vínculos políticos, enquanto outras enfrentam dificuldades financeiras.
Perseguições e Intervenções
Além das questões de nomeações, o sindicato destaca tentativas de perseguir lideranças sindicais que se opõem à atual administração. O Sintect-RJ menciona intervenções no próprio sindicato e ações para enfraquecer a atuação de entidades sindicais combativas.
A representação solicita ao MPF a abertura de um novo procedimento administrativo para investigar as irregularidades apontadas e a responsabilização civil e penal dos envolvidos. O objetivo é garantir o ressarcimento de prejuízos ao erário público, decorrentes de atos lesivos à administração pública.
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