- O governo de São Paulo lançou um edital para serviços de comunicação digital, com investimento de R$ 29,8 milhões.
- O novo valor representa um aumento de 73% em relação ao contrato anterior de R$ 12,5 milhões, que vence em outubro.
- O novo contrato terá duração de 15 meses e começará antes do término do atual.
- O governador Tarcísio de Freitas é considerado candidato à reeleição e à presidência, e o novo contrato pode custar quase R$ 120 milhões se renovado por quatro anos.
- A Secretaria de Comunicação do Estado gerencia mais de 100 perfis oficiais e interage com mais de 6 milhões de seguidores, destacando a importância da comunicação digital.
O governo de São Paulo anunciou a abertura de um novo edital para a contratação de serviços de comunicação digital, com um investimento de R$ 29,8 milhões. Este valor representa um aumento de 73% em relação ao contrato anterior, firmado em maio de 2020, que custou R$ 12,5 milhões. O novo contrato terá duração de 15 meses e entrará em vigor antes do término do atual, que vence em outubro deste ano.
O novo acordo se aproxima do período eleitoral, já que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) é considerado um forte candidato à reeleição e também à presidência. Durante um evento em Embu das Artes, o governador foi aclamado como “próximo presidente” por seus apoiadores. Caso o contrato seja renovado para os próximos quatro anos, o custo total pode chegar a quase R$ 120 milhões.
Importância da Comunicação Digital
A assessoria do Palácio dos Bandeirantes destacou que a Secretaria de Comunicação do Estado gerencia mais de 100 perfis oficiais, interagindo com mais de 6 milhões de seguidores. Esses canais são considerados essenciais para garantir a transparência dos atos do governo. A nova licitação visa atualizar e expandir os serviços anteriormente contratados, levando em conta a crescente complexidade da comunicação digital.
O edital estabelece que as propostas serão avaliadas com base em critérios técnicos e orçamentários, com 70% do peso para a parte técnica e 30% para o preço. O governo justifica que os valores apresentados são tetos, definidos a partir de cotações médias com agências de comunicação. A nova modelagem busca atender às demandas atuais e melhorar a eficácia da comunicação pública.
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