- A Polícia Federal apreendeu dólares na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira, 18.
- Bolsonaro afirmou que a quantia será declarada no próximo imposto de renda e que possui recibos do Banco do Brasil.
- Investigações indicam que ele e seu filho, Eduardo Bolsonaro, tentaram impor sanções a agentes públicos brasileiros com apoio de autoridades dos Estados Unidos.
- O Supremo Tribunal Federal (STF) impôs restrições a Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com seu filho e diplomatas estrangeiros.
- Essas medidas fazem parte de um processo instaurado em julho, que permanece em sigilo.
O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta novas complicações legais após a Polícia Federal apreender dólares em sua residência nesta sexta-feira, 18. Bolsonaro afirmou que sempre guardou a quantia em casa e que a declarará no próximo imposto de renda, destacando que possui recibos do Banco do Brasil.
As investigações da PF revelam que Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, têm atuado junto a autoridades dos Estados Unidos para tentar impor sanções a agentes públicos brasileiros. A PF os acusa de agir de forma ilícita, buscando submeter o funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) a outro Estado estrangeiro.
Em resposta a essas ações, o STF determinou restrições severas ao ex-presidente. Ele deverá usar tornozeleira eletrônica, cumprir horários de residência e está proibido de se comunicar com seu filho e diplomatas estrangeiros. As medidas foram implementadas em um novo processo, instaurado em julho, que permanece em sigilo.
Essas decisões ocorrem em um contexto de tensão internacional, especialmente após o presidente dos EUA, Donald Trump, criticar o tratamento dado a Bolsonaro pelas instituições brasileiras. Trump enviou uma carta ao ex-presidente, chamando o processo no STF de “caça às bruxas”. A situação de Bolsonaro continua a se desdobrar, com repercussões significativas tanto no Brasil quanto no exterior.
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