- O atacante Dudu, atualmente no Atlético-MG, foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com seis jogos de suspensão e uma multa de R$ 90 mil por ofensas à presidente do Palmeiras, Leila Pereira.
- A decisão foi unânime e impede Dudu de jogar contra seu ex-clube no próximo domingo, no Allianz Parque.
- A infração foi classificada sob o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios.
- Durante o julgamento, Leila e representantes da União Brasileira de Mulheres (UBM) testemunharam contra Dudu, que não compareceu à sessão, mas pediu desculpas em vídeo.
- Após a decisão, Dudu rebateu as críticas em suas redes sociais, postando uma foto de seus troféus. Ele ainda pode recorrer da decisão ao Pleno do STJD.
O atacante Dudu, atualmente no Atlético-MG, foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com seis jogos de suspensão e uma multa de R$ 90 mil por ofensas à presidente do Palmeiras, Leila Pereira. A decisão, unânime, foi tomada na última sexta-feira e impede o jogador de participar do próximo confronto contra seu ex-clube, agendado para domingo, no Allianz Parque.
A infração foi classificada sob o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios. O desembargador Ronald Barbosa Filho enfatizou a gravidade das ofensas, que foram consideradas “gravíssimas”. Dudu não compareceu à sessão do tribunal, mas enviou um vídeo pedindo desculpas a todas as mulheres ofendidas por suas declarações.
Desentendimentos Anteriores
O conflito entre Dudu e Leila Pereira remonta ao período em que o jogador deixou o Palmeiras, quando a presidente afirmou que ele saiu “pela porta dos fundos”. Durante o julgamento, Leila e representantes da União Brasileira de Mulheres (UBM) testemunharam contra o atleta, reforçando a seriedade das ofensas.
Após a decisão, Dudu utilizou suas redes sociais para rebater as críticas, postando uma foto de seus troféus e fazendo comentários desdenhosos. A situação gerou repercussão significativa, evidenciando a necessidade de um ambiente esportivo respeitoso e a tensão entre os clubes envolvidos. O jogador ainda pode recorrer da decisão ao Pleno do STJD.
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