- O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu que os Estados Unidos se manifestem sobre um novo modelo de censura no Brasil.
- A declaração foi feita após mandados da Polícia Federal (PF) contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
- Eduardo Bolsonaro afirmou que as ações de Moraes representam uma humilhação e um desafio ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
- Ele alertou que o Brasil está criando um modelo de censura nas mídias sociais que pode ser exportado para outros países.
- Trump expressou preocupação com os ataques à liberdade de expressão no Brasil e nos Estados Unidos, mencionando também o aumento das tarifas sobre produtos brasileiros.
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) solicitou que os Estados Unidos se manifestem sobre o que considera um novo modelo de censura no Brasil. A declaração ocorreu após mandados da Polícia Federal (PF) contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Durante uma entrevista ao estrategista Steve Bannon, Eduardo afirmou que as ações de Moraes representam uma humilhação e um desafio ao ex-presidente norte-americano Donald Trump. Ele criticou o ministro, dizendo que ele está “dobrando a aposta” e que Jair Bolsonaro tem cumprido ordens de Moraes, mesmo acreditando que são ilegais.
Eduardo alertou que o Brasil está criando um modelo de censura nas mídias sociais que pode ser exportado para outros países. Ele enfatizou a urgência de uma resposta dos EUA, afirmando que não se deve permitir que esse modelo de lawfare se espalhe globalmente.
Trump, em sua rede social, expressou preocupação com os ataques à liberdade de expressão no Brasil e nos EUA, referindo-se ao aumento das tarifas sobre produtos brasileiros como uma manifestação de desaprovação às ações penais contra Jair Bolsonaro. O ex-presidente brasileiro enfrenta medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de acesso às redes sociais, além de restrições de comunicação com diplomatas e outros investigados.
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