- O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta novas restrições judiciais impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
- As medidas, decididas em 18 de julho, incluem o uso de tornozeleira eletrônica e proibições de comunicação, como a impossibilidade de interagir com seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro.
- A defesa de Bolsonaro manifestou surpresa com a decisão, considerando as medidas severas e alegando falta de provas contra ele.
- A decisão foi tomada após Moraes avaliar que Bolsonaro poderia interferir nas investigações sobre uma suposta tentativa de golpe, da qual ele é réu no STF.
- A decisão foi referendada por outros dois magistrados, Flávio Dino e Cristiano Zanin, e prevê monitoramento contínuo do ex-presidente.
O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta novas restrições judiciais após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As medidas cautelares, impostas na sexta-feira, 18, incluem o uso de tornozeleira eletrônica e proibições de comunicação, como a impossibilidade de interagir com seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro.
A decisão gerou repercussão internacional, com jornais da Argentina, Estados Unidos e México destacando o caso. O jornal argentino Clárin comparou a situação de Bolsonaro à da ex-presidente Cristina Kirchner, que cumpre pena em regime domiciliar. Já o La Nacion mencionou que a operação contra o ex-presidente ocorreu em meio a tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
A defesa de Bolsonaro expressou surpresa com as medidas, classificando-as como severas. O The New York Times reportou que os advogados do ex-presidente alegam que não há provas contra ele e seu grupo, reiterando a negação de qualquer envolvimento em atividades golpistas.
As restrições foram determinadas após Moraes considerar que Bolsonaro poderia interferir nas investigações relacionadas a uma suposta tentativa de golpe, em que ele é réu no STF. A decisão foi referendada por outros dois magistrados, Flávio Dino e Cristiano Zanin, e prevê monitoramento contínuo do ex-presidente.
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