- O empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 35 anos, foi encontrado morto em um buraco no autódromo de Interlagos, em São Paulo, após desaparecer durante um evento de motos no dia 30 de maio.
- A Polícia Civil realizou uma operação de busca e apreensão, cumprindo cinco mandados relacionados a seguranças do evento.
- Um lutador de jiu-jitsu, que atuava na segurança, é um dos principais suspeitos. Exames preliminares indicam que a causa da morte foi asfixia.
- Adalberto foi visto pela última vez com um amigo, e objetos pessoais foram encontrados intactos, mas ele estava sem calças e calçados.
- A empresa de segurança não incluiu dois seguranças na lista enviada à polícia, levantando suspeitas. A delegada Ivalda Aleixo destacou a complexidade do caso devido à falta de câmeras de vigilância na área.
A Polícia Civil de São Paulo intensificou as investigações sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 35 anos, encontrado em um buraco no autódromo de Interlagos. O corpo foi descoberto em 3 de junho, após o empresário ter desaparecido durante um evento de motos no dia 30 de maio.
Nesta sexta-feira (18), a polícia executou uma operação de busca e apreensão, cumprindo cinco mandados de busca relacionados a seguranças do evento. Um dos principais suspeitos é um lutador de jiu-jitsu que atuava na segurança. Exames preliminares indicam que a causa da morte foi asfixia.
Adalberto foi visto pela última vez na companhia de um amigo, com quem participou de atividades no autódromo. Após se separarem, ele não retornou para casa. Objetos pessoais, como carteira e dinheiro, foram encontrados intactos, mas o empresário estava sem calças e calçados, com um capacete na cabeça.
A investigação revelou que a empresa de segurança, ESC Fonseccas Segurança, não incluiu dois seguranças na lista enviada à polícia, levantando suspeitas sobre a omissão. Um dos seguranças, Leandro Thallis, foi detido por posse de munição, mas liberado após pagamento de fiança. A polícia apreendeu celulares e computadores durante a operação, e quatro pessoas foram levadas para interrogatório.
A delegada chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ivalda Aleixo, destacou a complexidade do caso. A falta de câmeras de vigilância na área onde o corpo foi encontrado dificulta a apuração. A polícia considera a possibilidade de que mais de uma pessoa esteja envolvida no crime, que é tratado como homicídio. A esposa de Adalberto, Fernanda Dandalo, expressou desespero pela falta de respostas e clamou por justiça.
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