- O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta medidas restritivas do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar.
- As restrições foram impostas devido a investigações sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
- Fábio Wajngarten, ex-advogado de Bolsonaro, criticou a decisão do STF, chamando-a de “perseguição”.
- Bolsonaro deve se recolher em casa das 19h às 7h em dias úteis e durante todo o final de semana, além de estar proibido de acessar redes sociais e se comunicar com investigados.
- A Polícia Federal (PF) justificou as medidas alegando que Bolsonaro estaria dificultando o andamento do processo, o que poderia caracterizar crimes como coação e obstrução de justiça.
O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta medidas restritivas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar. As restrições foram impostas devido a investigações sobre sua suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Fábio Wajngarten, ex-advogado de Bolsonaro, criticou a decisão do STF, chamando-a de “perseguição”. Em publicações em sua conta no X, Wajngarten defendeu que o ex-presidente “nunca disse que deixaria o Brasil” e repudiou as ações da Polícia Federal (PF), que foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele afirmou que Bolsonaro sempre cumpriu as imposições que lhe foram feitas.
Além da tornozeleira, Bolsonaro deve se recolher em casa das 19h às 7h em dias úteis e durante todo o final de semana. O ex-presidente também está proibido de acessar redes sociais e de se comunicar com diplomatas ou outros investigados. As medidas foram justificadas pela PF, que alegou que Bolsonaro estaria dificultando o andamento do processo, o que poderia caracterizar crimes como coação e obstrução de justiça.
Wajngarten também prestou depoimento à PF em julho, negando qualquer tentativa de interferência nas investigações. Ele expressou sua indignação com a decisão do STF, que considerou severa e surpreendente. A defesa de Bolsonaro, liderada pelo advogado Celso Vilardi, também manifestou descontentamento com as restrições impostas.
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