- A Polícia Civil prendeu um ex-policial militar suspeito de participar do atentado a Vinicius Drumond, ocorrido em 11 de julho na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
- O ex-PM foi localizado em Nova Iguaçu e possui um histórico criminal que inclui receptação de veículo roubado e tráfico de drogas.
- O ataque a Drumond envolveu pelo menos 30 disparos de fuzil contra seu carro blindado, mas ele sofreu apenas lesões leves.
- O ex-PM também é investigado por sua ligação com o assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrido em fevereiro de 2024.
- As investigações revelam que o ex-PM tem vínculos diretos com atividades criminosas, levantando suspeitas sobre corrupção nas forças de segurança.
A Polícia Civil prendeu um ex-PM suspeito de envolvimento no atentado a Vinicius Drumond, ocorrido em 11 de julho na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O homem foi localizado em Nova Iguaçu e, segundo as autoridades, ele já tinha um histórico criminal, incluindo receptação de veículo roubado e tráfico de drogas.
O ataque a Drumond foi violento, com ao menos 30 disparos de fuzil contra o carro blindado do contraventor, que sofreu apenas lesões leves. Durante as investigações, a polícia identificou que dois veículos acompanharam o carro de Drumond no momento do ataque. Um dos carros foi abandonado em Guaratiba, e os ocupantes obrigaram uma motorista a levá-los até Nova Iguaçu.
Conexões Criminosas
Além do atentado, o ex-PM está sendo investigado por sua ligação com um assassinato recente. A polícia apura a participação dele e de outros dois homens em um crime que resultou na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, em fevereiro de 2024, no Centro do Rio. Mandados de prisão preventiva foram emitidos contra os suspeitos, que fazem parte de uma organização criminosa na Baixada Fluminense.
Vinicius Drumond, filho do bicheiro Luiz Drumond, é conhecido por suas atividades ilícitas, incluindo contrabando de petróleo. Ele foi apresentado como patrono da escola de samba Em Cima da Hora, embora não faça parte do quadro da Imperatriz Leopoldinense, presidida por sua família. As investigações indicam que Drumond utilizava recursos da contravenção para financiar suas operações criminosas.
A polícia também investiga a locadora de veículos utilizada pela quadrilha, que está ligada ao assassinato do advogado. As investigações revelam que o ex-PM envolvido no atentado a Drumond tinha vínculos diretos com atividades criminosas, levantando questões sobre a corrupção dentro das forças de segurança.
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