- Os ataques de bolsonaristas ao Supremo Tribunal Federal (STF) aumentaram, com foco em ministros como Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.
- O governo dos Estados Unidos revogou vistos de ministros do STF e seus familiares, medida celebrada por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
- Eduardo Bolsonaro insinuou que ações mais severas podem ocorrer, afirmando: “Este é só o começo!”
- Paulo Figueiredo mencionou a possibilidade de sanções mais rigorosas, referindo-se à Lei Magnitsky, que permite punições a estrangeiros por corrupção e violações de direitos humanos.
- A assessoria do STF desmentiu informações sobre a filha de Barroso, e apenas três ministros não foram afetados pela revogação dos vistos.
Os ataques de bolsonaristas ao STF (Supremo Tribunal Federal) intensificaram-se, com foco em ministros como Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. A situação se agravou após o governo dos EUA revogar vistos de ministros do STF e seus familiares, medida celebrada por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, expressou sua satisfação nas redes sociais, insinuando que ações mais severas podem ser esperadas. Ele afirmou: “Este é só o começo!”. A revogação dos vistos ocorreu no mesmo dia em que a PF realizou uma operação na casa de Jair Bolsonaro e Moraes impôs o uso de tornozeleira eletrônica ao ex-presidente.
Figueiredo, neto do último presidente da ditadura militar, também se manifestou, mencionando a possibilidade de sanções mais rigorosas, referindo-se à Lei Magnitsky, que permite punições a estrangeiros por corrupção e violações de direitos humanos. Ele alertou que as próximas semanas podem ser “eletrizantes”.
Eduardo Bolsonaro, em suas postagens, fez referência a críticas que recebeu quando seu pai tentou nomeá-lo embaixador nos EUA, destacando ironicamente sua experiência em fritar hambúrgueres. Ele também insinuou que a elite econômica brasileira deve pressionar para mudanças em relação a Moraes.
A assessoria do STF desmentiu informações sobre a filha de Barroso, afirmando que ela reside no Brasil e não nos EUA. Barroso esteve recentemente em Miami, mas não comentou a revogação dos vistos. Fontes indicam que apenas três ministros do STF não foram afetados pela medida.
Os bolsonaristas criticaram a falta de solidariedade de políticos de direita em relação a Bolsonaro e ao STF. Figueiredo insinuou que outros políticos, como os presidentes da Câmara e do Senado, podem ser alvos de sanções, dependendo de suas escolhas políticas. O Departamento de Estado dos EUA não confirmou detalhes sobre a revogação dos vistos.
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