- O sargento da Polícia Militar Luiz Cesar da Cunha se apresentou à polícia após ter prisão decretada por envolvimento no atentado a tiros contra o bicheiro Vinicius Drumond, ocorrido em 11 de julho na Barra da Tijuca.
- Luiz Cesar, lotado no 15º Batalhão de Polícia Militar de Duque de Caxias, entregou-se na 22ª Delegacia de Polícia da Penha e optou por permanecer em silêncio.
- Ele é o segundo suspeito detido; o ex-PM Deivyd Bruno Nogueira Vieira, conhecido como Piloto, já havia sido preso anteriormente.
- Outros dois suspeitos, Adriano de Carvalho de Araújo e Rafael Ferreira da Silva, conhecido como “Cachoeira”, continuam foragidos.
- O ataque a Drumond envolveu mais de 30 disparos de um veículo adaptado, e a polícia investiga possíveis ligações com desavenças recentes do bicheiro.
Um dos suspeitos do atentado a tiros contra o bicheiro Vinicius Drumond, ocorrido no dia 11 de julho na Barra da Tijuca, se apresentou à polícia. O sargento da Polícia Militar Luiz Cesar da Cunha, lotado no 15º BPM de Duque de Caxias, entregou-se nesta segunda-feira, 21, na 22ª DP da Penha. Ele estava com a prisão temporária decretada e, ao chegar à delegacia, optou por permanecer em silêncio.
Luiz Cesar é o segundo detido na investigação sobre a tentativa de homicídio. O ex-PM Deivyd Bruno Nogueira Vieira, conhecido como Piloto, já havia sido preso no último sábado. Outros dois suspeitos, Adriano de Carvalho de Araújo e Rafael Ferreira da Silva, o “Cachoeira”, permanecem foragidos. A polícia intensifica as buscas por eles.
Detalhes do Ataque
O ataque a Drumond foi violento, com mais de 30 disparos realizados de um veículo adaptado, que possuía buracos nos vidros para o uso de fuzis. Apesar da intensidade dos tiros, o bicheiro sobreviveu com escoriações leves. O carro utilizado pelos criminosos foi encontrado abandonado em Guaratiba.
As investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) revelam que Drumond foi seguido por dois veículos após deixar uma academia. A polícia investiga a possível ligação dos suspeitos com o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, com quem Drumond tinha desavenças recentes.
Consequências para os Envolvidos
A Corregedoria da PM informou que Luiz Cesar enfrentará um processo administrativo disciplinar. A corporação está colaborando com as investigações e acompanhará o caso de perto. A situação é complexa, com desdobramentos que podem impactar a dinâmica do crime organizado na região.
As autoridades continuam a apurar as circunstâncias do atentado, que pode estar relacionado a disputas internas no mundo do jogo do bicho. A DHC segue em busca de mais informações para esclarecer o caso e identificar todos os envolvidos.
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