- A Câmara dos Deputados negou a acusação da deputada Júlia Zanatta de que o ar-condicionado foi desligado durante uma reunião da oposição.
- A parlamentar afirmou que o presidente da Casa, Hugo Motta, teria impedido o funcionamento do equipamento, causando mal-estar em uma assessora.
- A assessoria da presidência esclareceu que o ar-condicionado estava ligado normalmente desde as 8h, uma hora antes do encontro.
- A reunião da oposição buscava aprovar moções de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em resposta a medidas do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- A proibição de reuniões durante o recesso, imposta por Hugo Motta, frustrou os planos da oposição, que protestou estendendo uma faixa em apoio ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A Câmara dos Deputados negou, nesta terça-feira (22), a acusação da deputada Júlia Zanatta (PL-SC) de que o ar-condicionado foi desligado durante uma reunião da oposição. A parlamentar afirmou que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), teria impedido o funcionamento do equipamento, resultando em mal-estar de uma assessora devido ao calor.
Em resposta, a assessoria da presidência da Câmara esclareceu que o ar-condicionado estava ligado normalmente desde as 8h, uma hora antes do encontro. A denúncia surgiu em meio a tentativas da oposição de realizar reuniões nas comissões de Segurança Pública e Relações Exteriores, presididas por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), durante o recesso parlamentar.
Essas reuniões visavam aprovar moções de apoio ao ex-mandatário, em reação a medidas do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que incluem o uso de tornozeleira eletrônica e restrições à comunicação de Bolsonaro. A proibição de reuniões durante o recesso, imposta por Hugo Motta, frustrou os planos da oposição.
Em protesto, deputados que estavam presentes estenderam uma faixa em apoio ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrando a insatisfação com a situação. A tensão entre a oposição e a presidência da Câmara continua a crescer, refletindo a polarização política atual.
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