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Carlos Ghosn e ministra da cultura da França enfrentam julgamento por corrupção

Carlos Ghosn e Rachida Dati enfrentarão julgamento em Paris por corrupção em honorários de consultoria, aumentando as complicações legais do ex-CEO.

Investigação analisa pagamentos feitos pela Renault-Nissan BV a Rachida Dati quando ela atuava como advogada e membro do Parlamento Europeu (Foto: Reprodução)
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  • Carlos Ghosn, ex-CEO da Nissan e da Renault, será julgado em Paris por suposta corrupção relacionada a honorários de consultoria recebidos pela ministra Rachida Dati.
  • O tribunal francês agendou uma audiência para definir a data do julgamento em setembro.
  • A acusação envolve pagamentos feitos a Dati quando ela atuava como advogada e membro do Parlamento Europeu.
  • Ghosn enfrenta outros problemas legais na França, incluindo um mandado de prisão por alegações sobre seus gastos pessoais.
  • Ele também processa a Nissan em busca de US$ 1 bilhão, alegando danos à sua reputação e carreira.

Carlos Ghosn, ex-CEO da Nissan e da Renault, será julgado em Paris por suposta corrupção relacionada a honorários de consultoria recebidos pela ministra Rachida Dati. O tribunal francês agendou uma audiência para definir a data do julgamento em setembro.

A acusação envolve pagamentos feitos a Dati quando ela atuava como advogada e membro do Parlamento Europeu. A investigação questiona se ela realmente prestou serviços de consultoria em troca dos valores recebidos da Renault-Nissan BV, entidade responsável pela aliança entre as montadoras.

Representantes de Ghosn e Dati não comentaram sobre o mandado de julgamento emitido na terça-feira (22) por juízes de instrução. Dati, que continua a ser uma figura política influente na França, é candidata à prefeitura de Paris em 2026.

Ghosn, que fugiu do Japão em 2019, enfrenta uma série de problemas legais na França. Além do caso com Dati, ele é alvo de um mandado de prisão vinculado a uma investigação separada que apura alegações sobre seus gastos pessoais e vínculos com um distribuidor em Omã.

As complicações legais de Ghosn se intensificam, enquanto ele também processa a Nissan em busca de US$ 1 bilhão, alegando danos significativos à sua reputação e carreira.

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