- O Ministério Público do Trabalho (MPT) intensificou a investigação sobre denúncias de assédio moral nos Correios, focando no departamento jurídico.
- Novas evidências indicam manipulação de informações ao MPT e um ambiente de trabalho deteriorado.
- A principal acusada teria distorcido informações durante os esclarecimentos e a empresa enfrenta críticas pela fragilidade de seu Compliance.
- O clima se agravou após o início das investigações, com relatos de perseguições a advogados subordinados.
- Uma mensagem enviada a funcionários da área jurídica destacou a pressão no ambiente de trabalho, afirmando que todos deveriam comparecer a reuniões, independentemente de circunstâncias pessoais.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) intensificou a investigação sobre denúncias de assédio moral nos Correios, especialmente no departamento jurídico. Novos elementos foram apresentados, revelando manipulação de informações ao MPT e um clima de trabalho deteriorado.
Relatos indicam que a principal acusada de práticas humilhantes teria distorcido informações durante os esclarecimentos ao MPT, além de ter “faltado com a verdade”. A denúncia destaca que o Compliance da empresa é frágil e mal estruturado, não conseguindo fiscalizar adequadamente o setor jurídico.
Após o início das investigações, o ambiente nos Correios se agravou, com relatos de perseguições ainda mais intensas a advogados subordinados. A situação é tão crítica que a empresa já firmou um acordo judicial com o MPT da Bahia, resultando em multa por assédio moral organizacional.
Uma mensagem alarmante, supostamente enviada a funcionários da área jurídica, reforça a gravidade do cenário: “Todos devem comparecer mesmo que a mãe morra, ou suportarão as consequências.” Esse tipo de comunicação evidencia a pressão e o clima hostil enfrentado pelos trabalhadores.
A investigação do MPT continua, buscando esclarecer as denúncias e assegurar um ambiente de trabalho mais saudável e respeitoso nos Correios.
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