- A Guarda Civil da Espanha libertou 162 mulheres sul-americanas vítimas de exploração sexual.
- A operação resultou na prisão de 37 membros de uma organização criminosa que recrutava essas mulheres em situação de vulnerabilidade.
- As vítimas eram forçadas a se prostituir em condições precárias, vivendo sob vigilância constante.
- Foram realizadas buscas em 39 imóveis em várias províncias, incluindo Valência, Barcelona e Málaga.
- Nove dos detidos foram colocados em prisão preventiva, incluindo os principais responsáveis pela organização.
A Guarda Civil da Espanha anunciou, nesta terça-feira (22), a libertação de 162 mulheres sul-americanas que eram vítimas de exploração sexual. A operação resultou na prisão de 37 membros de uma organização criminosa que recrutava essas mulheres em situação de vulnerabilidade, tanto na Espanha quanto em seus países de origem.
As mulheres eram forçadas a se prostituir em diversos locais do território espanhol, vivendo em condições precárias e sob vigilância constante. Segundo a Guarda Civil, elas eram mantidas em estabelecimentos que aparentavam ser legais, mas que serviam como fachada para a exploração. As vítimas, muitas sem permissão de residência e trabalho, eram obrigadas a estar disponíveis para atender clientes a qualquer momento.
Ação da Guarda Civil
Durante a operação, foram realizadas buscas em 39 imóveis em várias províncias, incluindo Valência, Barcelona e Málaga. A ação não apenas libertou as mulheres, mas também desmantelou uma rede que operava de forma sistemática. Entre os detidos, nove foram colocados em prisão preventiva, incluindo os principais responsáveis pela organização.
A Guarda Civil destacou que essa operação é parte de um esforço contínuo para combater a exploração sexual e proteger grupos vulneráveis na Espanha. A luta contra essas redes criminosas é uma prioridade, dada a gravidade do problema e o impacto nas vidas das vítimas.
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