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Jim Parsons critica fechamento de linha de ajuda LGTBIQ+ por Trump como crime

Celebrações da cultura LGTBIQ+ reagem à descontinuação da linha de apoio ao suicídio, exigindo ação imediata do governo.

Jim Parsons, na estreia de 'Good Night, and Good Luck', em 3 de abril de 2025, em Nova York. (Foto: John Nacion/Variety via Getty Images)
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  • O número 988, que oferecia apoio à saúde mental e prevenção ao suicídio para a comunidade LGTBIQ+ nos Estados Unidos, foi descontinuado em 18 de julho de 2023.
  • A decisão foi tomada pela Administração de Serviços de Saúde Mental e Abuso de Substâncias (SAMHSA) e está ligada às políticas da Administração Trump.
  • O ator Jim Parsons criticou a eliminação da linha de ajuda, chamando-a de “literalmente criminal” e afirmando que não há justificativa para essa medida.
  • Uma carta aberta, assinada por cem celebridades, incluindo Pedro Pascal e Ariana Grande, pede ao governo que mantenha o financiamento para serviços de prevenção ao suicídio para jovens LGTBIQ+.
  • Madonna também se manifestou contra a Administração Trump, expressando preocupação com a restrição de direitos da comunidade LGTBIQ+.

Desde o dia 18 de julho, o número 988, que oferecia uma linha direta de apoio à saúde mental e prevenção ao suicídio para a comunidade LGTBIQ+ nos Estados Unidos, foi descontinuado. Essa linha, que funcionava desde julho de 2022, foi encerrada como parte das políticas da Administração Trump, que têm sido criticadas por desconsiderar os direitos e necessidades desse grupo.

Recentemente, o ator Jim Parsons, conhecido por seu papel em The Big Bang Theory, se manifestou contra essa decisão, chamando-a de “literalmente criminal”. Em uma aparição no programa The Weekend, da MSNBC, Parsons expressou sua indignação, afirmando que não há justificativa para a eliminação da linha de ajuda. Ele destacou que essa medida parece uma tentativa de excluir certas pessoas da sociedade.

A decisão de encerrar a linha específica para jovens LGTBIQ+ foi anunciada pela Administração de Serviços de Saúde Mental e Abuso de Substâncias (SAMHSA), que alegou que os serviços não seriam mais isolados para esse público. Essa mudança gerou uma onda de protestos, incluindo uma carta aberta assinada por 100 celebridades de Hollywood, como Pedro Pascal e Ariana Grande, que pediram ao governo que mantivesse o financiamento para serviços de prevenção ao suicídio.

Além disso, Madonna já havia criticado a Administração Trump em janeiro, após a Casa Branca emitir uma ordem executiva que restringia tratamentos de transição para menores. A cantora expressou sua tristeza ao ver as liberdades conquistadas ao longo dos anos sendo ameaçadas, reforçando a necessidade de resistência e luta pelos direitos da comunidade LGTBIQ+.

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