- A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um policial militar suspeito de envolvimento no atentado contra Vinicius Drumond, ocorrido em 11 de julho na Barra da Tijuca.
- Drumond, filho do contraventor Luizinho Drumond, foi baleado ao sair de uma academia, mas sofreu ferimentos leves.
- O policial se entregou após a intensificação das investigações.
- Um ex-policial foi preso em Nova Iguaçu, e outros dois homens envolvidos no ataque estão foragidos.
- As investigações apontam que o atentado foi planejado e os suspeitos estão ligados a um grupo de extermínio.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um policial militar suspeito de envolvimento no atentado contra Vinicius Drumond, ocorrido em 11 de julho na Barra da Tijuca. Drumond, filho do contraventor Luizinho Drumond, foi baleado ao sair de uma academia, mas sofreu apenas ferimentos leves. O PM se entregou após a intensificação das investigações.
A operação que resultou na prisão do policial foi realizada pela Delegacia de Homicídios da Capital. Além do PM, um ex-policial foi detido em Nova Iguaçu, também por sua ligação com o atentado. Este ex-militar, expulso da corporação por crimes anteriores, foi autuado por porte de arma de uso restrito. Outros dois homens envolvidos no ataque permanecem foragidos.
Detalhes do Atentado
As investigações revelaram que o atentado foi meticulosamente planejado. Vinicius Drumond foi seguido por dois veículos que dispararam ao menos 30 tiros de fuzil contra seu carro blindado. A ação foi realizada a partir de um veículo com estrutura adaptada para o ataque, que foi encontrado abandonado em Guaratiba. A polícia identificou que os disparos partiram de dentro do carro blindado, que possuía “seteiras” nos vidros.
Imagens de câmeras de segurança mostraram que Drumond foi monitorado por dias antes do atentado. Os suspeitos estão associados a um grupo de extermínio que também é investigado por outros crimes, incluindo o assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo em fevereiro de 2024.
Conexões Criminosas
A polícia investiga as ligações entre os suspeitos do atentado e uma organização criminosa atuante em Caxias. Os envolvidos no ataque a Drumond são considerados perigosos e têm um histórico de violência. As investigações continuam, com a expectativa de que mais prisões ocorram à medida que novos detalhes surgem.
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