- O Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu testemunhas de defesa do núcleo 3 da ação penal sobre uma suposta trama golpista.
- O grupo inclui militares da ativa e da reserva, além de um agente da Polícia Federal.
- Os depoentes, como os coronéis Ledson Schwalb e Carlos Giovani Delevati Pasini, são acusados de elaborar uma carta golpista e planos de assassinato.
- Entre os alvos estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
- A investigação busca esclarecer o envolvimento dos depoentes e suas ligações com os réus, visando proteger a ordem democrática no Brasil.
Em um desdobramento significativo da investigação sobre uma suposta trama golpista, o Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu, nesta terça-feira, testemunhas de defesa do núcleo 3 da ação penal. O grupo, composto por militares da ativa e da reserva, além de um agente da Polícia Federal, é acusado de planejar ações violentas contra autoridades, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Entre os depoentes estão os coronéis Ledson Schwalb e Carlos Giovani Delevati Pasini, além do capitão Bruno Hammel Sobreira e outros oficiais. Esses indivíduos supostamente participaram da elaboração de uma carta golpista destinada aos comandantes das Forças Armadas, além de planos que incluíam a morte de figuras proeminentes como o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
Os réus do núcleo 3 incluem nomes de destaque como o coronel Bernardo Romão Corrêa Netto e o general da reserva Estevam Gaspar de Oliveira. A investigação revela um esquema complexo que envolve tanto militares quanto civis, levantando preocupações sobre a segurança das instituições democráticas no Brasil.
As oitivas, que se aproximam do fim, têm como objetivo esclarecer o envolvimento dos depoentes na trama e suas possíveis ligações com os réus. O STF continua a aprofundar a análise dos fatos, buscando garantir a responsabilização dos envolvidos em ações que ameaçam a ordem pública e a democracia.
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