- O pastor Silas Malafaia criticou a candidatura de Eduardo Bolsonaro à presidência em 2026, questionando sua influência política.
- Durante uma viagem com Jair Bolsonaro, Malafaia afirmou que não considera Eduardo a melhor opção para o cargo.
- Eduardo, que já foi alvo de piadas sobre sua habilidade de articulação internacional, agora aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, com 22%.
- A pesquisa da Quaest mostra que, se Jair Bolsonaro não se candidatar, Michelle Bolsonaro lidera com 33%, seguida por Eduardo e Tarcísio de Freitas, ambos com 20%.
- A relação entre Eduardo e Jair se deteriorou devido a conflitos com Tarcísio, enquanto Flávio Bolsonaro ganha destaque como um possível candidato da família.
O pastor Silas Malafaia manifestou sua insatisfação com a candidatura de Eduardo Bolsonaro à presidência em 2026, questionando sua capacidade de influenciar o cenário político. Durante uma viagem a Angra dos Reis com Jair Bolsonaro, Malafaia expressou em particular que não via o deputado como a melhor escolha para o Planalto. Recentemente, Eduardo, que foi alvo de piadas sobre sua habilidade de articulação internacional, viu seu apoio crescer entre os eleitores bolsonaristas, aparecendo em segundo lugar nas pesquisas.
A pesquisa da Quaest revelou que, se Jair Bolsonaro não se candidatar em 2026, Michelle Bolsonaro lidera com 33% das intenções de voto, seguida por Eduardo com 22% e Tarcísio de Freitas com 20%. Apesar do crescimento, a relação de Eduardo com seu pai se deteriorou, especialmente após conflitos com Tarcísio, que busca alternativas para evitar um tarifaço de Trump. Jair Bolsonaro demonstrou descontentamento com a falta de comunicação do filho durante esses desentendimentos.
Conflitos na Família Bolsonaro
As tensões familiares aumentaram, com Jair criticando a imaturidade política de Eduardo. O ex-presidente, que ainda não aceita Tarcísio como o melhor candidato, tem visto seu filho Flávio ganhar destaque nas primárias. Flávio, que sempre se apresentou como o filho mais moderado, agora defende uma postura mais radical e se posiciona como porta-voz da família em questões políticas.
O cenário político se complica ainda mais com a possibilidade de Flávio Bolsonaro se tornar o candidato da família. Ele tem se aproximado de lideranças do Centrão e adotado um discurso que agrada ao pai, o que o coloca em uma posição privilegiada para enfrentar Lula nas eleições. A dinâmica familiar e as rivalidades internas podem moldar o futuro da candidatura bolsonarista, enquanto Eduardo busca consolidar seu espaço entre os apoiadores.
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