- Antônio de Padua, entregador de 20 anos, foi agredido por um policial penal em Laranjeiras, Zona Sul do Rio de Janeiro, na noite de 21 de outubro.
- O incidente ocorreu durante uma entrega e foi registrado em vídeo, gerando protestos de outros entregadores na área.
- O policial penal, identificado como Marcelo Oliveira, abordou Antônio de forma agressiva, segundo relatos.
- A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o caso e pretende ouvir o policial envolvido.
- Entregadores realizaram um protesto pacífico em frente ao local da agressão, levantando questões sobre a segurança dos trabalhadores de aplicativo na cidade.
O entregador de aplicativo Antônio de Padua, de 20 anos, foi agredido por um policial penal na noite de segunda-feira, 21 de outubro, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio de Janeiro. O incidente, que ocorreu enquanto Antônio realizava uma entrega na rua São Salvador, foi registrado em vídeo e gerou protestos de outros entregadores na região.
Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o policial penal Marcelo Oliveira, conhecido como “General”, aborda Antônio e o agride com um tapa no rosto. Após a agressão, o jovem registrou ocorrência na 9ª DP (Catete). Antônio, que mora com a mãe no Estácio e estuda durante o dia, realiza entregas à noite para complementar a renda familiar.
Contexto do Incidente
O entregador relatou que estava quase no endereço de entrega quando foi surpreendido pela abordagem agressiva. “Um homem surgiu na minha direção apontando uma arma e mandando eu ficar parado”, contou Antônio, que ainda não compreendeu a situação. Testemunhas afirmam que Marcelo Oliveira já esteve envolvido em outras confusões na área.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que investigações estão em andamento e que pretende ouvir o policial envolvido. Marcelo Oliveira, que possui cerca de 7 mil seguidores nas redes sociais, frequentemente publica sobre segurança pública e já participou de entrevistas em podcasts sobre o tema.
Repercussão e Protestos
Na tarde de quarta-feira, entregadores se reuniram em um protesto pacífico em frente ao edifício onde ocorreu a agressão. O caso levanta questões sobre a segurança dos trabalhadores de aplicativo na cidade, que frequentemente enfrentam situações de risco em seu cotidiano. A polícia segue apurando os fatos e buscando esclarecer as circunstâncias do incidente.
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