- Bangu, na Zona Oeste do Rio, registrou 491 roubos de veículos em 2024, mantendo-se entre os três bairros mais afetados da cidade.
- O bairro também teve 350 roubos de celular e 495 roubos a pedestres, ocupando a sétima e a quinta posição, respectivamente, no ranking de criminalidade.
- Em comparação a 2023, houve uma leve diminuição nos roubos a pedestres, que totalizaram 508 ocorrências.
- Os dados são do Mapa do Crime, levantamento do GLOBO baseado em registros do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ).
- Bangu, com uma população de 211.912 habitantes, enfrenta desafios significativos em segurança pública, incluindo 109 assaltos em transportes.
Bangu, na Zona Oeste do Rio, continua a ser um dos bairros mais afetados pela criminalidade, mesmo com uma leve queda nos índices de roubos. Em 2024, foram registrados 491 roubos de veículos, mantendo a região entre os três bairros com mais ocorrências na cidade. Os dados são do Mapa do Crime, levantamento do GLOBO baseado em registros do Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ).
Além dos roubos de veículos, Bangu também apresentou números significativos em outras categorias de crime. O bairro registrou 350 roubos de celular e 495 roubos a pedestres no último ano, ocupando a sétima e a quinta posição, respectivamente, no ranking da cidade. Em comparação a 2023, houve uma leve diminuição nos roubos a pedestres, que contaram com 508 ocorrências.
Dinâmica da Criminalidade
O Mapa do Crime oferece uma visão detalhada da violência nos bairros cariocas, abordando quatro tipos principais de roubo: transeunte, celular, em transportes públicos e de veículos. A ferramenta, acessível online, foi desenvolvida a partir de mais de 250 mil registros de ocorrências, obtidos via Lei de Acesso à Informação.
Bangu, com uma população de 211.912 habitantes, segundo o último Censo, ainda enfrenta desafios significativos em segurança pública. O bairro se destaca também entre os locais com mais assaltos em transportes, com 109 ocorrências registradas. A análise dos dados revela a complexidade da criminalidade na região, que continua a exigir atenção das autoridades e da comunidade.
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