- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro durante um evento em Minas Novas, Minas Gerais.
- Lula chamou Bolsonaro de “fujão” por não ter entregue a faixa presidencial em 2023 e afirmou que ele pode ser preso se a Justiça decidir com base nas evidências.
- O Supremo Tribunal Federal (STF) impôs restrições a Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com autoridades estrangeiras, devido à possibilidade de fuga.
- Lula também mencionou que Bolsonaro enviou seu filho a Washington para buscar apoio de Donald Trump em um momento de crise, considerando isso uma “vergonha”.
- O presidente ressaltou sua própria experiência de prisão, afirmando que não trocou sua dignidade por liberdade.
O presidente Lula (PT) criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante um evento em Minas Novas (MG), chamando-o de “fujão” por não ter entregue a faixa presidencial em 2023. Lula afirmou que Bolsonaro, atualmente réu em um processo relacionado a uma tentativa de golpe, pode ser preso se a Justiça decidir com base nas evidências apresentadas. “Ele vai sim, senhor, se a Justiça decidir com bases no autos, ele vai pro xilindró”, declarou.
O petista também comentou sobre a fuga de Bolsonaro, que, segundo ele, não teve coragem de esperar pela posse. Lula ressaltou que o ex-presidente enviou seu filho a Washington para pedir apoio a Donald Trump em um momento de crise. “É uma vergonha, falta de caráter”, afirmou.
Restrições Judiciais
Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs restrições a Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com autoridades estrangeiras. A decisão foi motivada por “indicativos da concreta possibilidade de fuga do réu” e pela necessidade de garantir a aplicação da lei penal.
Lula também relembrou sua própria experiência ao ser preso, afirmando que recusou um acordo que o permitiria usar tornozeleira eletrônica. “Não troco minha dignidade por liberdade”, enfatizou. A situação de Bolsonaro continua a gerar repercussões políticas e jurídicas, enquanto o ex-presidente enfrenta um cenário complicado com a Justiça.
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