- A pesquisa do Instituto Ipespe revela que 49% da população desaprovam o Supremo Tribunal Federal (STF).
- A desaprovação do Congresso é ainda maior: 63% na Câmara e 61% no Senado.
- Apenas 41% aprovam o STF, enquanto 8% não souberam ou não responderam.
- A desaprovação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva caiu de 14 para 8 pontos, com 51% avaliando negativamente a gestão.
- A pesquisa foi realizada entre 19 e 22 de julho e ouviu 2.500 pessoas.
A polarização política no Brasil se intensifica, refletindo na desaprovação de instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso. Uma pesquisa realizada pelo Ipespe revela que 49% da população desaprovam o STF, enquanto a desaprovação do Congresso é ainda mais alarmante: 63% na Câmara e 61% no Senado.
Os dados mostram um cenário preocupante para a confiança nas instituições. A pesquisa, que ouviu 2.500 pessoas entre 19 e 22 de julho, indica que apenas 41% aprovam o STF, enquanto 8% não souberam ou não responderam. A margem de erro é de dois pontos percentuais, o que torna a situação ainda mais crítica.
No que diz respeito ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a desaprovação caiu de 14 para 8 pontos. Atualmente, 51% da população avalia negativamente a gestão, enquanto a aprovação subiu de 40% para 43%. Esses números surgem em um contexto de tensões políticas, especialmente após o anúncio de tarifas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que gerou repercussões no cenário interno.
Desconfiança nas Instituições
A insatisfação com o Congresso é um reflexo da percepção de ineficácia e desconexão com as necessidades da população. Com 63% desaprovando a Câmara e 61% o Senado, a confiança nas instituições legislativas está em níveis alarmantes. A pesquisa destaca que a situação é considerada de “terra arrasada” na opinião pública.
Esses dados revelam um quadro de descontentamento generalizado, que pode impactar as decisões políticas futuras. A análise da pesquisa Ipespe sugere que a crescente insatisfação pode influenciar a dinâmica política no Brasil, exigindo uma resposta das lideranças para restaurar a confiança nas instituições.
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