- A Tijuca, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, registrou um aumento significativo nos roubos de veículos em 2024.
- Foram 441 casos de roubo de carros e motos, um crescimento de 120% em relação aos 200 casos de 2023.
- O bairro agora ocupa a quinta posição entre os mais afetados da cidade, segundo a plataforma Mapa do Crime.
- Os bairros com mais ocorrências são Bonsucesso, Bangu, Pavuna e Irajá, que lidera com 766 casos.
- Além dos roubos de veículos, a Tijuca também enfrenta problemas com outros tipos de crimes, como roubo a pedestre e roubo de celulares.
A Tijuca, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, registrou um aumento alarmante nos roubos de veículos em 2024. Os casos de roubo de carros e motos mais do que dobraram, totalizando 441 ocorrências, o que representa um crescimento de 120% em relação aos 200 casos de 2023. Essa escalada de violência coloca a Tijuca entre os dez bairros mais afetados da cidade.
De acordo com a plataforma Mapa do Crime, desenvolvida pelo O GLOBO, a Tijuca ocupa agora a quinta posição em número de roubos, atrás de Bonsucesso (465 casos), Bangu (491), Pavuna (637) e Irajá, que lidera com 766 ocorrências. Em 2023, o bairro estava em décimo primeiro lugar, evidenciando uma mudança significativa na dinâmica criminal local.
Além dos roubos de veículos, a Tijuca também enfrenta desafios relacionados a outros tipos de crimes, como o roubo a pedestre e o roubo de celulares. O Mapa do Crime, que utiliza dados de mais de 250 mil registros obtidos via Lei de Acesso à Informação, oferece uma visão detalhada das ocorrências em 147 bairros da capital fluminense. Essa ferramenta interativa permite que os cidadãos consultem informações sobre a segurança em suas áreas, ajudando a entender melhor a violência na cidade.
A crescente insegurança na Tijuca levanta preocupações sobre a segurança pública e a necessidade de medidas eficazes para combater a criminalidade. A população local busca respostas sobre como se proteger e quais ações podem ser tomadas para reverter esse quadro alarmante.
Entre na conversa da comunidade