- O deputado Hélio Lopes acampou na Praça dos Três Poderes em Brasília em protesto contra as medidas judiciais que afetam o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Ele usou um esparadrapo na boca como símbolo de censura e afirmou que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil.
- Lopes se manteve em silêncio durante a manifestação, gesticulando e lendo a Bíblia, enquanto portava a Constituição de 1988.
- A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada para retirar Lopes, que se recusou a deixar o local, alegando que sua manifestação é pacífica e legítima.
- A segurança ao redor do Supremo Tribunal Federal foi reforçada após a instalação do acampamento, que remete a eventos anteriores de tensão política no país.
O deputado Hélio Lopes (PL-RJ) acampou na Praça dos Três Poderes em Brasília em protesto contra as medidas judiciais que afetam o ex-presidente Jair Bolsonaro. Lopes, que usou um esparadrapo na boca como símbolo de censura, afirma que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil.
Em uma carta aberta publicada nas redes sociais, o deputado declarou que o país “não é mais uma democracia” e expressou sua indignação com as ações judiciais. Lopes se manteve em silêncio durante a manifestação, gesticulando em resposta a perguntas da imprensa e lendo a Bíblia. Ele também portava a Constituição de 1988 e itens de higiene pessoal.
A manifestação atraiu poucos apoiadores, principalmente bolsonaristas. O deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO) foi um dos primeiros a chegar e anunciou que também acamparia ao lado de Lopes. Ele destacou a necessidade de mostrar ao Brasil o que está acontecendo e mencionou a possibilidade de que outros acampamentos surjam em breve.
A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada para retirar Lopes, que se recusou a deixar o local, alegando que sua manifestação é pacífica e legítima. Ele pediu que as forças de segurança respeitem os direitos constitucionais. Jair Bolsonaro, por sua vez, comentou que passaria perto da manifestação, mas não pararia para não politizar o ato.
A segurança ao redor do Supremo Tribunal Federal foi reforçada após a instalação do acampamento, que remete a eventos anteriores de tensão política no país. A situação continua a ser monitorada pelas autoridades, enquanto os apoiadores de Bolsonaro demonstram sua resistência às medidas judiciais.
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