- O governo dos Estados Unidos apoiou a Argentina na suspensão de uma ordem judicial sobre a entrega de sua participação de 51% na YPF, a maior empresa de petróleo e gás do país.
- A decisão foi comunicada ao Tribunal de Apelações do 2º Circuito dos EUA e busca evitar danos às relações exteriores e à economia argentina.
- A ordem judicial está relacionada a uma sentença de US$ 16,1 bilhões em favor de dois investidores, que alegam que a Argentina não cumpriu a decisão de compensação após o confisco da participação da Repsol na YPF em 2012.
- O governo argentino argumenta que a entrega das ações causaria danos irreparáveis à sua economia.
- Os investidores pediram ao tribunal que rejeitasse a suspensão, mas estão abertos a discutir garantias alternativas. A Argentina tem até 22 de julho para responder ao pedido.
O governo dos Estados Unidos manifestou apoio à Argentina na suspensão de uma ordem judicial que exigia a entrega de sua participação de 51% na YPF, a maior empresa de petróleo e gás do país. A decisão, comunicada ao Tribunal de Apelações do 2º Circuito dos EUA, visa evitar danos às relações exteriores e à economia argentina.
A ordem judicial estava relacionada a uma sentença de US$ 16,1 bilhões em favor de dois investidores, Petersen Energia Inversora e Eton Park Capital Management, que alegam que a Argentina não cumpriu a decisão de compensação após o confisco da participação da Repsol na YPF em 2012. O governo argentino argumenta que a entrega das ações causaria danos irreparáveis à sua economia.
Os investidores solicitaram ao tribunal que rejeitasse a suspensão, alegando que a estratégia da Argentina é uma tentativa de atrasar o cumprimento da sentença. No entanto, eles também indicaram que estariam abertos a discutir garantias alternativas que permitissem a reversibilidade da transferência das ações, caso a Argentina vença a apelação.
A Argentina tem até 22 de julho para responder ao pedido dos investidores. O governo dos EUA, em um memorando, reiterou sua posição de que a resolução da disputa deve ser baseada no mérito, evitando a pressão de uma ordem de reintegração que poderia ter consequências negativas para as relações bilaterais.
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