- Dahud Hanid Ortíz, americano-venezuelano, foi libertado em uma troca de prisioneiros entre os Estados Unidos e a Venezuela no dia 18 de julho.
- Ele cumpria uma pena de 30 anos por homicídio triplo, cometido em 2016, em um escritório de advocacia em Madri.
- Ortíz, de 54 anos, foi um dos dez prisioneiros americanos repatriados, enquanto 252 cidadãos venezuelanos foram enviados de volta.
- Sua libertação gerou preocupações sobre sua segurança e o paradeiro atual, já que o governo dos Estados Unidos não divulgou informações sobre ele.
- O ministro do Interior venezuelano, Diosado Cabello, afirmou que os Estados Unidos defenderam Ortíz para sua inclusão na troca.
Dahud Hanid Ortíz, um americano-venezuelano, foi libertado em uma troca de prisioneiros entre os EUA e a Venezuela no dia 18 de julho. Ele cumpria uma pena de 30 anos por homicídio triplo, cometido em 2016, em um escritório de advocacia em Madri, onde matou duas funcionárias e um cliente.
Ortíz, de 54 anos, foi um dos dez prisioneiros americanos repatriados, enquanto 252 cidadãos venezuelanos foram enviados de volta. Após o crime, ele fugiu para a Alemanha, mas retornou à Venezuela, onde foi preso em 2018. Sua libertação gerou preocupações sobre sua segurança e o paradeiro atual, já que o governo dos EUA não divulgou informações sobre ele.
A presença de Ortíz na troca foi inicialmente reportada por veículos de comunicação espanhóis. O governo do ex-presidente Donald Trump não esclareceu por que um condenado por homicídio foi incluído no acordo. Fontes anônimas indicaram que ele estava solto nos EUA e não enfrentou sanções. O advogado espanhol Victor Joel Salas Covese, que foi alvo de Ortíz, expressou preocupação, afirmando que “o medo é real” devido à falta de informações sobre o homem.
A situação gerou tensão no Departamento de Estado americano e descontentamento entre Espanha e Alemanha, que colaboraram na investigação dos assassinatos. O ministro do Interior venezuelano, Diosado Cabello, afirmou que os EUA defenderam Ortíz, pedindo sua inclusão na troca. Em resposta, porta-vozes da Casa Branca alegaram razões de privacidade e não comentaram o caso.
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