- O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, foi preso preventivamente na terça-feira, 22 de julho, após tentar agredir policiais.
- A abordagem ocorreu quando os agentes tentavam cumprir um mandado de apreensão de um adolescente em sua casa.
- O rapper é investigado por tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e um oficial de cartório.
- Durante o incidente, Oruam e um grupo de homens arremessaram pedras, ferindo um policial, enquanto o adolescente procurado conseguiu fugir.
- O rapper, que já possui um histórico criminal relacionado ao tráfico de drogas, foi indiciado por sete crimes e está detido em Bangu 3, onde sua conduta será monitorada.
O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, foi preso preventivamente na terça-feira (22) após uma tentativa de agressão a policiais. O incidente ocorreu quando os agentes tentavam cumprir um mandado de apreensão de um adolescente em sua residência, no dia anterior.
Oruam, filho de um líder do Comando Vermelho, é investigado por tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e um oficial de cartório. Durante a abordagem, o rapper e um grupo de homens arremessaram pedras contra os policiais, resultando em ferimentos a um deles. O adolescente procurado conseguiu fugir durante a confusão.
O rapper, que já possui um histórico criminal ligado ao tráfico de drogas, foi indiciado por sete crimes, incluindo resistência qualificada e desacato. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) é responsável pela investigação, enquanto a 16ª DP (Barra da Tijuca) cuida do caso de tentativa de homicídio.
Após se entregar à polícia, Oruam expressou arrependimento e afirmou que ama seus fãs, prometendo se recuperar. Ele está atualmente detido em Bangu 3, uma unidade destinada a presos de alta periculosidade, onde sua conduta será monitorada pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).
O caso destaca a complexa relação entre a música e o crime no Brasil, especialmente no contexto do tráfico de drogas e das facções criminosas. A investigação continua, e os advogados de Oruam não se manifestaram até o momento.
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