- A Suprema Corte dos Estados Unidos decidirá até o final de setembro sobre o recurso de Ghislaine Maxwell, condenada a 20 anos de prisão por ajudar Jeffrey Epstein a abusar de adolescentes.
- Maxwell alega que sua condenação viola um acordo de não acusação de 2007, que protegia co-conspiradores de Epstein.
- Ela foi considerada culpada por recrutar e aliciar meninas para encontros sexuais com Epstein entre 1994 e 2004.
- O ex-presidente Donald Trump enfrenta críticas sobre seus laços com Epstein, e a possível libertação de Maxwell pode intensificar essas acusações.
- Os advogados de Maxwell têm até a próxima segunda-feira, 28, para apresentar um recurso formal à Suprema Corte.
A Suprema Corte dos Estados Unidos deve decidir até o final de setembro se aceitará o recurso de Ghislaine Maxwell, condenada a 20 anos de prisão por ajudar Jeffrey Epstein a abusar de adolescentes. A socialite britânica argumenta que sua condenação viola um acordo de não acusação firmado em 2007, que protegia co-conspiradores de Epstein.
Maxwell, que cumpre pena desde 2021, foi considerada culpada por recrutar e aliciar meninas para encontros sexuais com Epstein entre 1994 e 2004. O recurso à Suprema Corte busca anular a sentença, com seus advogados afirmando que o pacto de Epstein deveria ter impedido sua condenação. Eles têm até a próxima segunda-feira, 28, para apresentar um recurso formal.
A situação se complica para o ex-presidente Donald Trump, que enfrenta críticas sobre seus laços com Epstein. A eventual libertação de Maxwell poderia intensificar as acusações contra Trump, que já é alvo de teorias da conspiração relacionadas ao caso. O vice-procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, se encontrou com Maxwell na Flórida, o que foi considerado “um dia muito produtivo” pela defesa.
O acordo de 2007 permitiu que Epstein evitasse um processo federal em troca de uma admissão de culpa em crimes estaduais. Ele cumpriu apenas 13 meses de prisão antes de ser preso novamente em 2019, quando foi encontrado morto na cela. Maxwell, por sua vez, continua a lutar contra sua condenação, afirmando que a integridade do sistema de justiça está em jogo.
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