- Ariane Pereira Bezerra Da Silva, de 31 anos, foi presa na Itália sob suspeita de envolvimento no assassinato do empresário Fabio Ravassio, atropelado em agosto de 2024.
- O Ministério Público de Busto Arsizio solicitou a prisão após testemunhas afirmarem que Ariane ajudou a organizar o crime e sugeriu a contratação de um assassino.
- Um dos acusados, Massimiliano Ferretti, declarou que Ariane indicou que deveriam “procurar entre os ciganos de Magenta”.
- Fabio Ravassio, de 52 anos, foi atropelado enquanto andava de bicicleta em Parabiago e não sobreviveu aos ferimentos.
- A mãe de Ariane, Adilma Pereira Bezerra Da Silva, também foi presa, acusada de planejar o assassinato por motivos financeiros, visando o patrimônio de 3 milhões de euros do empresário.
A brasileira Ariane Pereira Bezerra Da Silva, de 31 anos, foi presa na Itália sob suspeita de envolvimento no assassinato do empresário Fabio Ravassio, atropelado em agosto de 2024. A prisão ocorreu a pedido do Ministério Público de Busto Arsizio, após testemunhas afirmarem que Ariane ajudou a organizar o crime.
De acordo com os relatos, Ariane teria sugerido a contratação de um assassino e participado da preparação do plano. Durante uma audiência, um dos acusados, Massimiliano Ferretti, afirmou que a brasileira indicou que deveriam “procurar entre os ciganos de Magenta”. O promotor questionou se Ariane tinha consciência do que estava sendo planejado, e Ferretti respondeu que ela estava de acordo.
O empresário Fabio Ravassio, de 52 anos, foi atropelado enquanto andava de bicicleta em Parabiago, na região de Milão. Ele foi levado ao hospital, mas não sobreviveu aos ferimentos. A mãe de Ariane, Adilma Pereira Bezerra Da Silva, foi presa dias após o crime, acusada de planejar o assassinato com a ajuda de cúmplices, incluindo um de seus filhos e Ferretti, seu amante.
Motivações e Contexto
Adilma, que viveu com Ravassio e teve dois filhos com ele, teria arquitetado o crime por motivos financeiros, buscando acesso ao patrimônio de 3 milhões de euros do empresário. A juíza Anna Giorgetti descreveu Adilma como “brutal, fria e calculista”, afirmando que ela prometeu recompensas aos cúmplices, como apartamentos e casas.
Ariane, até então investigada apenas por dar declarações falsas, agora enfrenta sérias acusações. O caso gerou grande repercussão na Itália, onde Adilma é chamada de “Louva-a-Deus de Parabiago” e “Viúva Negra Brasileira”, devido à sua história de envolvimento em crimes e promessas de riqueza. A investigação continua, com o julgamento dos demais envolvidos em andamento.
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