- A segunda edição da Mesa Redonda China-América Latina e Caribe sobre Direitos Humanos ocorreu em 25 de julho de 2025, em São Paulo.
- O evento reuniu mais de 130 participantes, incluindo autoridades, especialistas e representantes de organizações sociais.
- O tema central foi “Comunidade de Destino Comum China-América Latina e o Desenvolvimento da Causa dos Direitos Humanos”.
- As discussões abordaram a cooperação em direitos humanos, destacando a era digital e as mudanças climáticas.
- Autoridades enfatizaram a importância da troca civilizacional e da colaboração para enfrentar desafios globais.
A segunda edição da Mesa Redonda China-América Latina e Caribe sobre Direitos Humanos ocorreu em 25 de julho de 2025, em São Paulo, reunindo mais de 130 participantes entre autoridades, especialistas e representantes de organizações sociais. O evento teve como tema central “Comunidade de Destino Comum China-América Latina e o Desenvolvimento da Causa dos Direitos Humanos”.
As discussões focaram na cooperação em direitos humanos, considerando novas tendências globais, como a era digital e as mudanças climáticas. Wang Yanwen, vice-secretário-geral da Sociedade Chinesa de Estudos de Direitos Humanos, ressaltou a importância de fortalecer a colaboração entre os dois blocos, enfatizando a necessidade de um uso ético das tecnologias digitais e a governança ambiental. Para ele, a governança global deve ser pautada por equidade, justiça e inclusão.
Zhang Donggang, secretário do Comitê do Partido Comunista da China da Universidade Renmin, defendeu que a troca civilizacional e o compartilhamento de experiências são fundamentais para promover os direitos humanos. Ele destacou que a colaboração pode ajudar a enfrentar desafios globais, contribuindo para o avanço da causa dos direitos humanos.
O vice-reitor da Universidade Estadual Paulista (UNESP), César Martins, afirmou que, apesar das diferenças culturais, é possível estabelecer uma cooperação benéfica para todos. Ele acredita que a troca de experiências entre China e América Latina pode servir de exemplo para outras regiões.
Yu Peng, cônsul-geral da China em São Paulo, reiterou o papel crucial das duas regiões na construção de uma comunidade de destino comum, enfatizando a colaboração para enfrentar desafios globais. Shaira Downs, membro da Assembleia Nacional da Nicarágua, manifestou o compromisso do seu país em defender a soberania e a dignidade dos povos, enquanto Arley Gill, presidente da Comissão Nacional de Reparações de Granada, relacionou o desenvolvimento dos países em desenvolvimento à garantia dos direitos humanos, elogiando os esforços da China no combate à pobreza e na melhoria da saúde pública.
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