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Moraes libera visita a sogra doente para preso acusado de plano contra Lula

Ministro autoriza saída do tenente-coronel Rafael Martins para visitar sogra doente, enquanto investigações sobre plano de assassinato de Lula prosseguem.

Ministro Alexandre de Moraes. (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
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  • O ministro Alexandre de Moraes autorizou a saída temporária do tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, preso desde novembro de 2024.
  • A visita é para ver sua sogra, que está com grave estado de saúde, diagnosticada com neoplasia maligna de estômago.
  • A autorização foi dada em 28 de outubro e a saída será sob escolta do Batalhão de Polícia do Exército.
  • Rafael é acusado de participar de um plano para assassinar o presidente Lula, no contexto da Operação Contragolpe.
  • A investigação também envolve outros quatro integrantes do Exército e um policial federal, com detalhes sendo apurados.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a saída temporária do tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, preso desde novembro de 2024, para visitar sua sogra doente. A decisão foi tomada em 28 de outubro, reconhecendo que a saúde da sogra do militar está em grave estado, diagnosticada com neoplasia maligna de estômago.

Rafael Martins é um dos acusados de participar de um plano para assassinar o presidente Lula, no âmbito da Operação Contragolpe. O militar, que está detido desde a operação, é réu em um processo que investiga o “núcleo 3” de uma suposta trama golpista. A operação resultou na prisão de outros quatro integrantes do Exército, conhecidos como os “kids pretos”.

A autorização para a visita foi condicionada à escolta do Batalhão de Polícia do Exército, garantindo a segurança durante o deslocamento. A operação da Polícia Federal, que levou à prisão de Rafael e outros, revelou um grupo de conversas no aplicativo Signal, onde os envolvidos monitoravam o ministro Moraes, utilizando codinomes de países como Alemanha e Japão.

Além de Rafael, outros alvos da operação incluem o general Mário Fernandes, o tenente-coronel Helio Ferreira Lima e o major Rodrigo Bezerra Azevedo, além do policial federal Wladimir Matos Soares. A investigação continua a desdobrar os detalhes do plano e a conexão entre os envolvidos.

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