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STF inicia interrogatórios do núcleo 3 na investigação da tentativa de golpe

STF ouve militares e agente da PF acusados de tentar impedir posse de Lula em 2022, com planos de assassinatos e caos social.

Primeira Turma do STF no julgamento da denúncia sobre o núcleo 3 da ação da trama golpista (Foto: Rosinei Soutinho/STF/Flickr)
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  • O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta segunda-feira, 28, os interrogatórios do núcleo 3 da ação penal sobre uma suposta tentativa de golpe para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022.
  • As audiências ocorrerão por videoconferência, a partir das 9h, conforme anunciado pela juíza auxiliar Luciana Sorrentino.
  • O núcleo é formado por nove militares e um agente da Polícia Federal, acusados de orquestrar ações táticas do plano golpista.
  • A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que o grupo tentou criar uma “situação de caos” para reverter a vitória de Lula sobre Jair Bolsonaro, com acusações de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa armada.
  • Entre os réus estão o coronel Bernardo Romão Correa Netto e o general da reserva Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira. A PGR também alega que o grupo planejou assassinatos, incluindo os de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin.

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta segunda-feira, 28, os interrogatórios do núcleo 3 da ação penal que investiga uma suposta tentativa de golpe para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. As audiências ocorrerão a partir das 9h, por videoconferência, conforme anunciado pela juíza auxiliar Luciana Sorrentino.

Este núcleo é composto por nove militares e um agente da Polícia Federal, acusados de serem os responsáveis pelas ações táticas do plano golpista. A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que o grupo tentou criar uma “situação de caos” para reverter a vitória de Lula sobre Jair Bolsonaro. As acusações incluem tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa armada.

Entre os réus estão figuras de destaque, como o coronel Bernardo Romão Correa Netto e o general da reserva Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira. A PGR também alega que o grupo planejou assassinatos, incluindo os de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes. As testemunhas de defesa foram ouvidas na semana passada.

Inicialmente, o núcleo contava com 12 integrantes, mas o STF rejeitou as denúncias contra dois militares por falta de indícios suficientes. A continuidade do processo agora se concentra nas declarações dos réus e na análise das provas apresentadas.

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